30/06/2026
1. Evitar o limite das transações dividindo valores em vários PIX
Fazer diversas transferências menores para tentar escapar do monitoramento não impede a fiscalização. Essa prática pode levantar suspeitas e, em alguns casos, ser interpretada como tentativa de ocultar a origem dos recursos.
2. Ter um padrão de vida incompatível com a renda declarada
A Receita Federal cruza diversas informações, como movimentações financeiras, bens, viagens e investimentos. Se os gastos não condizem com os rendimentos informados, você pode ser chamado para prestar esclarecimentos.
3. Movimentar grandes quantias em dinheiro vivo
Depósitos frequentes ou valores elevados em espécie costumam ser comunicados pelos bancos aos órgãos competentes. Dependendo da situação, isso pode gerar uma análise mais detalhada.
4. Receber aluguel e não informar esses rendimentos
Quem possui imóveis alugados deve declarar corretamente os valores recebidos. A omissão dessa renda pode resultar em multas e até na malha fina.
5. Manter recursos no exterior sem cumprir as obrigações fiscais
Contas bancárias, investimentos ou movimentações internacionais podem precisar ser declarados aos órgãos responsáveis. Deixar de informar esses dados pode trazer problemas fiscais.
6. Registrar patrimônio no nome de outra pessoa
Comprar carro, imóvel ou participação societária e colocar no CPF de um parente, funcionário ou “laranja” não esconde nada, pelo contrário, vira indício de ocultação patrimonial assim que cruzado com sua movimentação real.
7. Não separar as finanças da empresa das suas
Transferência do CNPJ direto pro CPF (ou o caminho inverso) sem respaldo de contrato, pró-labore ou lançamento contábil é tratado como confusão patrimonial, e isso costuma resultar em autuação.
8. Usar CNPJ só como “conta de passagem”
Empresa sem operação de verdade, sem emissão de nota e sem quadro de funcionários, mas com movimentação bancária alta, é exatamente o padrão que Receita e COA