Contábil & Cia

Contábil & Cia Realizamos serviços contábeis em geral, assessoria em RH, folha de pagamento, IRRF Alguns dos Serviços Prestados.

Prezado (a) Senhor (a)
Nossa empresa realiza serviços contábeis, nos diversos ramos pertinentes, estaremos oferecendo atendimento presencial ou online, conforme a necessidade de nossos futuros clientes. O diferencial se faz a partir de que, estaremos a disposição 10h diárias, contamos com serviço de entrega e coleta de documentos, visto que nosso foco está concentrado nesta região. Abertura e Form

alização de Empresas (Contrato, Alvara, CNPJ, e Insc. Estadual)
Folha de Pagamento, Guias, Impostos e recibos de Pagamento (presencial e/ou online)
Imposto de Renda Física e Jurídica
Escrita Fiscal, Guias, Impostos e Legislação ICMS-Pr. Emissão notas fiscais Comércio, CTe (frete) e Prestação de Serviço
Contabilização
Formalização e Registros de Contratos
Assessoria Administrativa / Financeira / Fluxo de Caixa
Estudos direcionados a Redução de Carga Tributaria
Administração de Condomínios. Atendimento ao MEI (Micro Empreendedor Individual)
Confecções e registro de ATAS
Registro e Manutenção de Empregados Domésticos
Confecção e Entrega de Declarações, guias e formulários pertinentes. Oportunamente, estamos ofertando um preço, justo e acessível. Entre em contato, por um de nossos canais de atendimento, teremos um boa proposta a oferecer, e um ótimo trabalho a realizar.

20/10/2025

Bom dia

Vaga de emprego:
Empresa contrata para vaga de Expedição- Contratação Imediata

Requisitos: organizar a saída de mercadorias, sendo responsável por receber os pedidos, localizar e conferir os produtos no estoque, embalá-los e emitir a documentação necessária para o transporte. Organizar o carregamento no veículo, realiza o registro das movimentações no sistema e, opera equipamentos de movimentação de carga.

Salario: R$ 1.726,00 (experiencia) após - R$ 2.053,00
Beneficios: Plano de Saúde, Vt,Vr e Bonificação
Horario : das 07:00hrs as 16:00hrs (segunda feira a sexta Feira)
Local da Vaga : Bairro tatuquara
Experiencia: no minimo 6 meses

Obs: enviar C.V para e mail [email protected]

05/06/2025

Prefeitura de Almirante Tamandaré – PR abre seletivo com 80 vagas
Processo seletivo Prefeitura de Almirante Tamandaré, no Paraná, é voltado para Atendentes Infantis. Vencimento de R$ 1.894,73.
Saiu o edital nº 049/2025 de mais um processo seletivo da Prefeitura de Almirante Tamandaré, no estado do Paraná, para contratação por tempo determinado. O documento oferece 80 vagas imediatas para profissionais da Educação Infantil.
A oportunidade é especificamente para o cargo de Atendente Infantil, cujo vencimento mensal é de R$ 1.894,73, mais benefícios remuneratórios estabelecidos no Estatuto do Servidor Municipal. O requisito essencial é ter o ensino médio completo.

O ocupante do cargo cumprirá a jornada de trabalho de 8h diárias, de segunda a sexta-feira, respeitando o limite de 40h semanais. A vigência da contratação será pelo prazo máximo de um ano, em caráter excepcional, podendo ser prorrogada.

As inscrições no certame são totalmente gratuitas e devem ser realizadas de maneira presencial no Centro Administrativo Vereador Dirceu Pavoni (Auditório Vereador Alido Lindner), localizado na Rua Maurício Rosemann, nº 15, Cachoeira – Almirante Tamandaré.

05/06/2025

Está publicado o edital de concurso dos Bombeiros PR (Corpo de Bombeiros Militar do Paraná) para ingresso na carreira de cadete bombeiro militar. O certame oferece 20 vagas, sendo reservadas duas vagas para as pessoas negras. As inscrições já estão abertas.

Podem participar candidatos de ambos os sexos com diploma de conclusão de curso de ensino superior em qualquer área de conhecimento e idade máxima de 30 anos na data do primeiro dia de inscrição.

O cadete do 1º ano do Curso de Formação de Oficiais (CFO) recebe uma bolsa-auxílio no valor de R$ 3.994,86 – o curso possui duração aproximada de dois anos. Ao concluir o CFO, o cadete é declarado aspirante-a-oficial e passa a receber o subsídio de R$ 8.280,91. Após um ano de estágio, poderá ser promovido ao cargo de 2º tenente, com subsídio a partir de R$ 13.731,61. Os militares estaduais ainda recebem o auxílio-alimentação no valor de R$ 834,74.

05/06/2025

Alta do IOF equivale a subir juros a 15% e piora crédito, dizem analistas
Medida imposta pelo governo é apontada como entrave ao desenvolvimento da economia brasileira, com impactos negativos no mercado, em negócios e no dia a dia da população
Febraban aponta que o custo efetivo do crédito deve subir em até 40%
A alta do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) anunciada pelo governo federal na semana passada foi apontada por analistas como um entrave ao desenvolvimento da economia brasileira, com impactos negativos no mercado, em negócios e no dia a dia da população.
A medida foi comparada ao peso que os juros — principal ferramenta do Banco Central (BC) para frear ou estimular a economia — têm nas atividades, com potencial danoso sobretudo no segmento de crédito.
O anuncio ocorreu em um momento em que analistas enxergam sinais de desaceleração na economia, justamente pelo efeito dos juros pressionados acima de dois dígitos há mais de três anos.
Segundo a XP, a medida proposta pelo governo é equivalente a uma elevação de 0,25 a 0,5 ponto percentual da Selic, atualmente em 14,75% ao ano. Ou seja, o aumento do IOF tem potencial para fazer a economia brasileira rodar como se os juros estivessem em até 15,25% ao ano.
Análise: ninguém sabe o que será do IOF / É preciso que o governo repense alta do IOF, diz Pedro Lupion à CNN / Governo resgatará R$ 1,4 bilhão de fundos para compensar recuo no IOF
A XP aponta que o encarecimento do crédito ocasionado pela mudança reduz a necessidade de o BC seguir elevando os juros para controlar a inflação. Desse modo, os analistas da casa esperam que a Selic fique estável na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).
"No entanto, o aumento do IOF não terá o mesmo impacto que o aumento da taxa básica de juros sobre as expectativas de inflação, o consumo intertemporal e a taxa de câmbio", ressaltou a entidade em relatório.
O repasse aos consumidores tem uma estimativa ainda mais negativa. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) aponta que o custo efetivo do crédito deve subir em até 40%.
A entidade ressalta, sobretudo, o impacto às micro, pequenas e médias empresas.
“Isso pode significar, em uma operação de curto prazo, uma variação entre 14,5% a 40% no custo efetivo total, em termos de taxas de juros”, disse o presidente da Febraban, Isaac Sidney.
Em entrevista ao CNN Money, o estrategista-chefe da XP, Fernando Ferreira, reforçou que esse aumento no custo do crédito deve levar as empresas a terem de recalcular a rota para emissão de dívidas.
"Empresas que tenham mais alavancagem, empresas mais endividadas, empresas de setores mais dependentes de capital de giro e que tenham negócios mais intensivos em capital tendem a sofrer mais com esse aumento do custo do crédito por conta da alta do IOF", indicou Ferreira.
Mas Sidney observa que foi exatamente esse dado que levou à sensibilização e recuo do Ministério da Fazenda em parte do decreto do IOF.
"Nós gostaríamos muito que essa medida [aumento do IOF] fosse revisitada. Essa é uma decisão não só política, mas também técnica. Continuaremos a dar subsídios para revisitar esse aumento e tirar esse custo que não é só do crédito, mas do custo da produção e do investimento”, concluiu Sidney.
Crédito mais caro aos setores da economia
A medida chamou atenção principalmente do setor privado. Um grupo de confederações lançou um manifesto, na segunda-feira (26), pedindo que o Congresso derrube o decreto do IOF.
O documento diz que “o setor privado brasileiro recebe com preocupação as medidas anunciadas pelo Governo Federal de aumento de alíquotas do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras)”.
“A decisão gera imprevisibilidade e aumenta os custos para produzir no país. Com as medidas, os custos das empresas e dos negócios com operações de crédito, câmbio e seguros serão elevados em R$ 19,5 bilhões apenas no que resta do ano de 2025. Para 2026 o aumento de custo chega a R$ 39 bilhões”, afirma.
Assinam o documento a Confederação Nacional do Comércio (CNC), da Indústria (CNI), da Agricultura (CNA), das Seguradoras (CNseg), das Instituições Financeiras (CNF), a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e a Abrasca (Associação Brasileira das Companhias Abertas).
Em entrevista ao CNN Money, Felipe Tavares, economista-chefe da CNC, indicou que a alta do IOF é mais uma dificuldade imposta não só ao varejo, mas para a economia brasileira como um todo.
"Na parte regulatória, isso [o IOF] significa um imposto para você incentivar ou desincentivar comportamentos do mercado, atividades. Então, uma vez que o governo aumenta o IOF, você vai desincentivar operações de crédito, todo o fluxo de capital, operações cambiais e isso tende a ter um efeito muito perverso sobre a estrutura de custo das empresas", explicou Tavares.
"Isso reflete em dificuldades na atividade econômica [...], além de gerar uma sinalização muito ruim em termos de segurança jurídica e de vitrine para o Brasil, sendo um país ainda mais hostil para negócios", pontuou.
No setor produtivo, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) também pondera sobre os potenciais impactos negativos da medida.
"A medida, tomada em um contexto em que o Brasil ainda convive com uma das taxas de juros reais mais altas do mundo, agrava ainda mais o custo do crédito para as empresas, impactando diretamente a atividade produtiva e o investimento", disse a entidade em nota.
"A elevação das alíquotas do IOF sobre operações de empréstimo, adiantamento a depositante, financiamentos e excessos de limite — que dobraram para pessoas jurídicas — representa um encarecimento imediato do capital de giro, crucial para a manutenção da operação industrial e comercial em todo o país".
*Com informações de Caio Junqueira, Gabriel Garcia, João Nakamura e Vitória Queiroz, da CNN

05/06/2025

Fórum em Brasília discute o futuro do microempreendedorismo e a inclusão socioeconômica
Iniciativa é realizada pela organização Aliança Empreendedora, que atua no fortalecimento do empreendedorismo em comunidades e favelas brasileiras
Por Cibele Maciel*
Com a missão de conectar as diversas vozes engajadas no empreendedorismo de comunidades e favelas de todo o país, o 7º Fórum Brasileiro de Microempreendedorismo acontece nesta quarta-feira (4), em Brasília (DF). O evento é realizado pela organização Aliança Empreendedora, que atua há 20 anos no fortalecimento de microempreendedores formais e informais em situação de vulnerabilidade econômica.

Aliado da causa e parceiro da iniciativa, o Sebrae marcou presença na solenidade de abertura, representado por seu presidente nacional, Décio Lima, entre as autoridades convidadas. De acordo com ele, os microempreendedores representam um retrato invisível de parte da economia e da sociedade.

60% do povo brasileiro acorda de manhã e deseja ser empreendedor. Não quer mais ser trabalhador. E nós temos uma tarefa hercúlea de produzir o empreendedorismo num processo de política e de tutela de proteção daquilo que chamamos de um Estado Social.

O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), Wellington Dias, por sua vez, compartilhou como o governo tem atuado para superar os desafios da pobreza no país. Segundo ele, para que o processo seja sustentável, não basta o Brasil sair do Mapa da Fome. “É preciso a inclusão socioeconômica. Quando olhamos o saldo positivo de geração de empregos no ano passado, 98,8% das vagas foram preenchidas por pessoas do Bolsa Família, do CadÚnico”, declarou.

Durante a cerimônia, o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Márcio França, refletiu sobre a necessidade de ampliar o diálogo entre o poder público e quem atua com empreendedorismo. Segundo ele, ainda existe uma visão equivocada de que o governo não ajuda quem quer empreender.

Décio Lima, presidente do Sebrae. Foto: Duda Rodrigues.
“É preciso que os empreendedores percebam que o governo não está interessado em cobrar impostos. Eles não têm padrão para ter receita para pagar imposto. Por isso o presidente Lula quer isentar no Imposto de Renda quem ganha até 5 mil. Um empreendedor, para ganhar isso líquido por mês, tem que faturar mais do que 50 mil mensais”, pontuou.

A representante do Ministério das Mulheres, Eutália Barbosa, compareceu à solenidade representando a ministra Márcia Lopes, que está em agenda fora do país. Ela reforçou a importância de dar atenção especial às mulheres, que são a grande maioria da população brasileira e vivem nas periferias.

“As mulheres estão por trás de um trabalho de cuidado, por trás de um trabalho doméstico e também de um empreendedorismo doméstico, muitas vezes sem apoio. Elas somam para o desenvolvimento do país, mas infelizmente essa conta não retorna como distribuição igualitária”, comentou.

O 7º Fórum Brasileiro de Microempreendedorismo faz parte do segundo dia de programação do Summit Aliança Empreendedora 20 anos, que acontece no Unique Palace, em Brasília, até amanhã (5), quando será realizada uma sessão de encerramento na sede do Sebrae Nacional.

De acordo com a cofundadora e diretora de Relações Institucionais da Aliança Empreendedora, Lina Useche, o fórum é mais do que um evento. “O nosso fórum é um movimento, conector de potências e um catalisador de conexões”, frisou.

Ao longo desta quarta-feira (4), a programação do fórum inclui diversas atividades simultâneas com eventos ministeriais, painéis temáticos e coquetel de celebração de 20 anos da Aliança Empreendedora.

Endereço

Rua Adair Marcondes Negrao, 30
Curitiba, PR
81935-170

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 13:00 - 20:00

Site

https://neuviepsz.wixsite.com/meusite

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