RV Cálculos e Perícias Judiciais e Assessoria Financeira

RV Cálculos e Perícias Judiciais e Assessoria Financeira Nossa missão é buscar a melhoria da saúde financeira de pessoas físicas e de pequenas e médias empresas, buscando as melhores situações financeiras

Nossa missão é buscar a melhoria da saúde financeira de pessoas físicas e de pequenas e médias empresas, buscando as melhores situações financeiras, dando acesso a vantagens no sistema de captação de recursos, proporcionando uma visão clara sobre margem de lucro, ganho real, rentabilidades, análise de resultado, para que assim sejam promovidos os subsídios necessários para tomada de decisões. Com

postura profissional nosso sistema de trabalho permite uma redução de juros e encargos financeiros totalmente quitados no final do mês e, o melhor, sua empresa não tem nenhum custo a mais por esse serviço.
• Se você ou sua empresa estão tendo problemas com o custo dos juros, estão devedores nos Bancos e a gestão de todo esse processo tem sido uma tarefa complicada.
• Se você procura melhorar a rentabilidade de seus investimentos e/ou quer saber como investir de uma maneira simples onde você mesmo pode gerenciar seus investimentos.
• Se você procura Gestão Financeira para seu negócio , Administração Financeira e/ou Normas Financeiras ou controles para criar segurança no processo de gestão.

Cálculos Judiciais
23/10/2024

Cálculos Judiciais

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11/06/2018

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03/02/2016

RV Assessoria e Consultoria Financeira
- Cálculos Trabalhistas
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- Consultoria Financeira e Administrativa voltada para escritórios jurídicos e empresas
- Implantação e Reorganização de departamentos financeiros e de RH

09/09/2015

Não sabe como sair das dívidas? Vender o carro pode ser a solução.

Em tempos de crise, muita gente acaba encontrando dificuldade para sair das dívidas e, com juros mais altos e a inflação subindo, f**a ainda mais difícil. Aquela pequena dívida no cartão de crédito virou uma bola de neve e agora já não consegue pagar a fatura. Com a facilidade de parcelamento oferecida pelas empresas de cartão, o negócio é parcelar a fatura, não é mesmo?

O problema disso é que, apesar das taxas de juros do parcelamento serem mais baixas do que as do rotativo (a taxa que você paga quando paga parcialmente a fatura), elas continuam sendo bastante caras, girando em torno de 6% ao mês. Para se ter uma ideia, uma dívida de R$ 20.000 a ser paga em 12 parcelas mensais e taxa de juros neste patamar, acaba cobrando juros em torno de R$ 8.600.

Deixar de pagar este valor absurdo de juros pode ser possível com a venda de um bem, por exemplo, um carro. Para quem está devendo no crédito pessoal ou pagando a dívida do cartão de crédito de forma parcelada, esta é uma boa saída para sair do sufoco. Nos exemplos que daremos a seguir, vamos assumir as seguintes condições:
– Valor nominal do carro (R$ 25.000) se mantém igual após 12 meses – de certa forma, vamos assumir que a depreciação do carro é compensada pela inflação do período;
– A venda do carro é feita com um desconto de 10% (R$ 22.500) em relação ao preço de tabela – dado que há certa urgência em ter o dinheiro em mãos o quanto antes, a venda pode ser concretizada rapidamente se houver um desconto;
– Gastos anuais com seguro (R$ 1.000), IPVA (R$ 1.000), manutenção (R$ 500), combustível (R$ 3.000) – o que dá um total de R$ 5.500. E ainda há a possibilidade de receber multas…;
– Gastos anuais com transporte público (R$ 2.500) – ao vender o carro e passar a andar de transporte público, a economia anual, no nosso exemplo, é de R$ 3.000, ou R$ 250 por mês;
– Taxa de juros do crédito pessoal ou do parcelamento do cartão de crédito: 6% ao mês já considerando IOF;
– Número de parcelas: 12;
– Taxa de juros de investimento líquido de imposto de renda: 0,8% ao mês;

Cenário 1

Neste cenário, a dívida é de R$ 20.000, de modo que caso fosse feito empréstimo a ser pago em 12 meses, cada parcela teria o valor de R$ 2.386. Ao final dos 12 meses, o devedor teria pago um total de R$ 8.626 de juros, mas sem ter sido preciso abrir mão do conforto do carro. Por outro lado, caso tivesse vendido o automóvel, mesmo por um preço abaixo do preço de tabela, ele teria um excedente de R$ 2.500 (R$ 22.500 da venda menos R$ 20.000 da dívida). Investindo este dinheiro (a 0,8% ao mês já descontado o imposto de renda), e também os pagamentos mensais das parcelas e os R$ 250 que deverão sobrar todo mês no orçamento (gastos com o carro menos gasto com transporte público), em apenas 9 meses já se teria acumulado um total de R$ 27.179, valor mais que suficiente para comprar um novo carro, igual ao que tinha antes.
Muita gente poderia argumentar que prefere não abrir mão do conforto nestes 9 meses, mas há uma outra vantagem na venda do carro. Como ainda estaria “economizando” o valor das parcelas por mais 3 meses (em relação à contratação do empréstimo), ao final dos 12 meses, quem vendeu o carro e o comprou novamente em 9 meses, ainda teria R$ 9.446 no banco. Já quem optou por f**ar com o carro e parcelar o pagamento da dívida, após 12 meses, só terá o carro.

Cenário 2

Supondo que a dívida seja de R$ 30.000, o empréstimo geraria parcelas de R$ 3.578 em 12 vezes e um pagamento de R$ 12.940 de juros totais. Caso vendesse o carro e obtivesse R$ 22.500, ainda teria R$ 7.500 a pagar. Este valor poderia ser pago então em 3 parcelas de R$ 2.806 pela mesma taxa de juros de 6% ao mês. Com isto, nos três primeiros meses, o devedor poderia investir R$ 772 por mês (que é a diferença entre R$ 3.578 e R$ 2.806) e, a partir do 4º mês, o investimento passaria a ser de R$ 3.578. Além disto, ainda há os R$ 250 mensais referentes à sobra no orçamento decorrente da troca do carro pelo transporte público. Com isto, em apenas 9 meses o valor acumulado já seria de R$ 26.678, valor mais do que suficiente para comprar um novo carro.
Como no cenário 1, quem manteve o carro e resolveu parcelar a dívida, ao final de 12 meses, terá apenas o carro. Já quem vendeu o carro (mesmo com desconto) e passou aperto no transporte público por 9 meses, ao final de 12 meses, além de ter o carro novamente, ainda terá R$ 12.539 na conta bancária.


Conclusão

Apesar de estarmos tratando de situações hipotéticas e que não devem corresponder exatamente à situação de grande parte dos endividados, conseguir quitar o quanto antes uma dívida com taxa de juros elevada, ajudará a dar uma folga rapidamente no orçamento. Muita gente obteve uma grande conquista quando adquiriu o primeiro carro e ser obrigado a vendê-lo dá a impressão de que houve um grande retrocesso na qualidade de vida. No entanto, a venda deste bem pode ser a maneira mais rápida para sair da dívida e voltar a construir o patrimônio. Obviamente, manter o orçamento familiar em ordem e evitar os gastos supérfluos também devem ser feitos para que a recuperação ocorra rapidamente.

Resumo do Mercado Financeiro – ago/15Em agosto, novamente dólar e euro apresentaram forte valorização: 7,45% e 9,07%, re...
03/09/2015

Resumo do Mercado Financeiro – ago/15
Em agosto, novamente dólar e euro apresentaram forte valorização: 7,45% e 9,07%, respectivamente. Já o Ibovespa, apresentou mais uma queda acentuada: -8,33%. Na renda fixa, o CDI e a taxa Selic renderam 1,11%, enquanto a poupança rendeu 0,69%.
Neste último mês, o índice Bovespa encerrou aos 46.625 pontos. Com isto, passa a apresentar queda de 6,76% no ano e rentabilidades de -23,92% em 12 meses e -6,76% em 24 meses. Em 24 de agosto, o índice encerrou o dia em 44.336 pontos, a menor pontuação desde 8 de abril de 2009, há pouco mais de seis anos.
O Ibovespa permaneceu no terreno negativo por todo o mês, chegando a acumular perda de 12,83% em 24/ago, mas conseguiu reverter parte das perdas com duas fortes altas de 3,35% e 3,64% nos dias 26 e 27. O pior dia do mês foi justamente o dia 24, quando a bolsa caiu 3,03%.
O dólar comercial (PTAX 800 venda) encerrou mais um mês com forte valorização: 7,45%, cotado a R$ 3,6467, maior valor desde 14 de fevereiro de 2003, quando esteve cotado a R$ 3,6580. Com isto, a valorização no ano já chega a 37,29% e 62,83% em 12 meses.
O dólar passou todo o mês em alta, chegando ao ápice no ultimo dia, quando valorizou 1,89%, o que levou a uma alta acumulada de 7,45%. A maior alta ocorreu no dia 26 com 2,78% e a maior baixa foi no dia 27 com -2,12%.
Em relação ao Euro, também houve forte valorização frente ao Real, de 9,07%, encerrando o mês com a cotação de 4,0825, maior valor ao final de um mês desde a introdução desta moeda em 1999. No ano, a valorização é de 26,51% e, em 12 meses, de 38,61%. No dia 26 de agosto, a cotação chegou a R$ 4,1379.
O Euro permaneceu no terreno positivo durante todo o mês, encerrando-o com valorização acumulada de 9,07%. No dia 26, a valorização acumulada chegou a 10,55%. A maior valorização diária foi de 3,69% no dia 24 e a maior baixa ocorreu no dia 27 com -3,45%.
Em relação aos indicadores financeiros de renda fixa, o CDI rendeu 1,11% no mês, acumulando 8,35% em 2015 e 12,34% em 12 meses. A taxa Selic rendeu também 1,11% no mês, 8,37% no ano e 12,39% em 12 meses. Já a poupança nova entre 1º de agosto e 1º de setembro de 2015 rendeu 0,69%. Em 12 meses, entre 1º de setembro de 2014 e 1º de setembro de 2015, a rentabilidade foi de 7,66%. No ano, o rendimento é de 5,17% apenas, muito abaixo do IPCA acumulado esperado pelo mercado para estes 8 meses de 2015, que é de 7,07%.


Quanto aos índices de inflação, o IGP-M apresentou variação positiva de 0,28% em ago/15 e 7,55% nos últimos 12 meses. Já a expectativa de mercado em relação ao IPCA é de alta de 0,23% no mês (divulgado pelo Comitê de Acompanhamento Macroeconômico da Anbima), o que geraria uma variação em 12 meses de 9,54%, bastante acima do teto da meta de inflação, que é de 6,50%. Teto, aliás, que já foi ultrapassado em julho, já que a variação acumulada chegou a 6,83% nos primeiros 7 meses. A divulgação do IPCA de agosto será realizada em 10 de setembro de 2015.
Acompanhe as rentabilidades mensais dos principais indicadores financeiros na tabela abaixo.
Rentabilidades mensais
CDI e Selic tiveram rendimento maior em ago/2015, 1,11% para ambos, na comparação com ago/2014, quando renderam apenas 0,86% e 0,87%. A poupança também rendeu mais do que há um ano atrás: 0,69% x 0,56%. Já o Ibovespa, o desempenho neste mês foi muito pior do que em ago/14: -8,33% x 9,78%. Veja mais informações na tabela abaixo.

Rentabilidades anuais
Nos últimos 4 anos, o Ibovespa teve alta em apenas um ano, 2012 (7,40%) e, ao que parece, deve fechar o ano com perdas novamente. Já o dólar e o euro tiveram altas em todos estes 4 últimos anos, além deste 2015. Acompanhe os resultados anuais destes e de outros indicadores na tabela abaixo.

Rentabilidades acumuladas
Nos horizontes de 12, 24, 36 e 48 meses, o dólar é o destaque com altas expressivas em todos estes períodos. Para o período de 120 meses, o dólar apresenta variação de 54,28%, enquanto ouro, Selic e CDI tiveram altas de 292,54%, 191,56% e 189,71%, respectivamente. Em 10 anos, o Ibovespa rendeu apenas 66,25%, bastante abaixo da poupança em sua fórmula antiga, com 102,99%.

Somos um escritório de cálculos e pericias judiciais, em todos os âmbitos, civel, federal e trabalhista, caso necessite,...
31/08/2015

Somos um escritório de cálculos e pericias judiciais, em todos os âmbitos, civel, federal e trabalhista, caso necessite, estamos em Curitiba

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18/12/2014

Efeito do juro sobre o consumo
há uma estreita correlação entre a oferta de moeda e o normal desempenho das atividades básicas de demanda e oferta globais. Uma oferta monetária insuficiente provoca o racionamento do crédito, o que, em consequencia, não só eleva a taxa de juros (tornando financeiramente inviáveis muitos projetos de investimento) como reduz o consumo pelo efeito riqueza. Um aumento na taxa de juro desestimula o consumo, principalmente para as pessoas de menor renda, porque elas compram relativamente mais a prazo do que os consumidores de alto poder aquisitivo, que compram mais a vista. Em outras palavras, juro alto penaliza proporcionalmente mais os pobres que os ricos. Além disto, elevação de juro reduz mais o consumo de bens financiáveis (imóveis, veiculos), do que bens alimenticios. Os bens financiáveis, por terem os juros embutidos nas prestações, acabam experimentando maior retração no consumo.

19/11/2014

Cartão de Crédito: Mitos e Verdades

O uso do cartão de crédito já está enraizado em nossa vida financeira, pelo menos para grande parte da população brasileira. E você já deve ter ouvido muitas dicas e opiniões sobre este pequeno “pedaço de plástico” que se “transforma” em dinheiro. Mas, o que é efetivamente verdade e o que é somente mito?

1 – Cartão de Crédito é o vilão do Orçamento Doméstico.
MITO, mas depende de você.

Muitas pessoas até evitam possuir qualquer cartão de crédito por este motivo. Na verdade o cartão até pode ser este vilão, mas só se você não utilizá-lo bem. Comportamentos como gastar mais do que pode e usar o cartão para financiar as suas compras, com certeza irão fazer do cartão um grande vilão.

Mas, se corretamente utilizado, este mesmo cartão pode lhe dar muitas vantagens: acumular milhas ou pontos em programas de fidelidade e melhorar o fluxo de caixa são algumas delas. Sem contar a comodidade deste meio de pagamento.

2 – Cartão de Crédito é inseguro.
MITO, mas depende de você.

Se você tem um comportamento de ‘alto risco’ com relação ao uso do cartão (faz muitas compras pela internet em ‘sites’ não confiáveis ou informa o número de seu cartão em qualquer formulário), então você pode sim tornar o cartão algo muito inseguro.

Por isso, preste atenção neste tipo de atividades e sempre busque por mais dicas de segurança. Bloqueie o seu cartão imediatamente em caso de perda, roubo ou suspeita de compras irregulares. As instituições financeiras já fazem um bom trabalho de prevenção a estas fraudes, mas você tem que fazer a sua parte também.

3 – Os juros do Cartão de Crédito são altos.
VERDADE.

Sim, isto é uma das grandes desvantagens do cartão. É muito fácil parcelar a conta do seu cartão, mas o preço que se paga são as altas taxas de juros cobradas.

Se alguém lhe disser o contrário, desconfie: normalmente as instituições financeiras até geram uma boa receita com este tipo de juros, assim não há necessariamente um esforço da parte delas para que você pare de se endividar (só não pode f**ar inadimplente, senão a conta sai cara para estas instituições também).

4 – Cartão de Crédito é tudo igual.
MITO.

Eles até podem ser similares, mas ainda assim pode-se garimpar boas opções no mercado.

Como há uma certa concorrência neste grande mercado, é preciso sempre checar as condições (mensalidades/anuidades, por exemplo) e benefícios (descontos em certas compras, programa de fidelidade, seguro em viagens etc.) antes de escolher o seu cartão.

08/08/2014

O que quebra uma empresa não é o seu prejuízo, mas a falta sistemática de dinheiro no caixa.

O Brasil é um país burocrático com alta carga tributária e pouco acesso ao crédito, é comum o empresário f**ar preocupado com as vendas e depois descobrir que o dinheiro está em contas a receber, no estoque ou nas contas inadimplentes. É na organização e no controle do Fluxo de Caixa que as empresas conseguem um equilíbrio financeiro para tomar decisões rápidas e pontuais.

O Fluxo de Caixa é um instrumento de gestão que auxilia na visualização e na compreensão das movimentações financeiras. Não diz respeito ao lucro e sim a quantidade de dinheiro que entra e sai da empresa em um determinado período de tempo (diário, semanal, mensal…), com a finalidade de manter um nível de liquidez que permita saldar os compromissos assumidos nos prazos estipulados, sem a necessidade de recorrer a empréstimos, cheque especial, atrasar pagamento, antecipar recebíveis ou vender parte do imobilizado.

Em resumo, é ter dinheiro para pagar as contas, sendo muito útil para planejar antecipadamente a capacidade de pagamentos antes de assumir compromissos, a reposição de estoque, investimentos, retiradas, promoções de vendas, necessidade de capital de giro e políticas de prazos de pagamentos e recebimentos.

Ele deve ser planejado para o prazo mínimo de três meses, evitando assim sobressaltos. Não são necessários sistemas caros, planilhas em Excel resolvem perfeitamente a questão, para tanto é necessário ter um bom controle de contas a pagar, contas a receber, projeção de vendas e acompanhamento de saldos bancários.

Há momentos em que o desequilíbrio financeiro acontece por vários motivos. Os sintomas mais frequentes são:

Insuficiência crônica de caixa ;
Captação sistemática de recursos, através de empréstimos, descontos de duplicatas, antecipação de cheques ou cartões.

É necessário entender as causas prováveis:

- Operação não gera lucro;
- Compras incompatíveis com as vendas;
- Despesas administrativas elevadas;
- Diferenças acentuadas em decorrências dos prazos médios de pagamento e recebimento;
- Diminuição do volume de vendas, imobilizando recursos no estoque;
- Investimento inadequado, aumentando o nível de endividamento;
- Aumento no prazo de vendas, para aumentar participação no mercado;
- Distribuição em lucros com valores incompatíveis com a geração do caixa;
- Custo financeiro elevado;
- Aumento da inadimplência;
- Baixa produção do ativo fixo;
- Retração do mercado

Buscar medidas de saneamento

- Melhorar o sistema de cobrança;
- Controle rígido de custos e despesas
- Aumento do giro do estoque;
- Diminuição do prazo de recebimento;
- Negociar aumento do prazo de pagamento a fornecedores;
- Desmobilização de ativos ociosos;
- Postergar ao máximo o pagamento de contas, sem prejudicar o crédito da empresa;
- Aumento do capital, através do aporte de novos recursos.

Boa sorte e bons negócios!

11/06/2014

Use o seu Cartão de Crédito para melhorar o seu Fluxo de Caixa

Provavelmente muitos já sabem que o cartão de crédito pode ser o “vilão” ou o “mocinho” de das finanças pessoais: depende da maneira que você o utiliza.

Vamos dar mais um exemplo de como usá-lo a seu favor.

O pagamento da fatura do cartão de crédito ocorre uma vez por mês, em uma data que pode ser escolhida por você. Deste modo, você pode utilizá-lo para “regular” o seu fluxo de caixa. Como?

Bem, muitas pessoas conseguem ser disciplinadas e não gastam mais do que ganham. Mas mesmo assim, durante o mês, pequenas “faltas” de dinheiro podem ocorrer. Por exemplo, você pode gastar um pouco mais este mês e economizar no próximo. Neste caso, se este gasto não for parcelado, você terá que usar o dinheiro de algum investimento ou usar o cheque especial para isso.

A alternativa então é usar o cartão de crédito. Com ele, você somente realizará o pagamento na data da fatura do cartão. E se esta data for escolhida como sendo logo após a data do recebimento do seu salário, não é preciso recorrer a nenhum “empréstimo” de curto prazo, como o cheque especial.

Mesmo que você não tenha as pequenas “faltas” de dinheiro descritas acima, ainda assim é possível utilizar o cartão a seu favor. O dinheiro que você usaria para pagar as despesas diárias (supermercado, gasolina, transporte, lazer, etc.) não precisa f**ar disponível em usa conta corrente. Ele pode f**ar investido, por pelo menos um mês, até a data de pagamento da fatura!

Resumindo: não tenha medo de usar o cartão de crédito. Mas use-o com inteligência e aproveite todas as suas vantagens.

22/05/2014

Veja os 3 hábitos de quem vive reclamando que está sem dinheiro.

É muito comum encontrarmos pessoas que estão sempre “sem dinheiro”! Não estão necessariamente endividadas, mas estão sempre reclamando que o “dinheiro está curto” e que “não sobra nada no final do mês”. Bem, analisando melhor estas pessoas, você verá que elas têm algumas características em comum.

Vamos descrever 3 hábitos deste tipo de pessoa. São comportamentos gerais e não necessariamente ligados somente a assuntos monetários, mas que afetam profundamente a nossa vida financeira.

1) Busca por satisfação Imediata
Algumas pessoas tem uma tendência a buscar a satisfação imediata e não conseguem ‘postergar’ esta necessidade. Elas acabam priorizando o presente ao futuro.
Mas isto não é uma questão somente financeira: a decisão entre aproveitar o presente ou preparar-se para o futuro deve ser tomada com relação a várias de nossas atividades do dia a dia. Por exemplo:

- Devo estudar para a prova de álgebra desde já ou aproveitar o dia ensolarado e deixar para estudar somente na véspera do teste?
- Devo começar a fazer o meu imposto de renda nesta semana ou deixar para a última hora, quando certamente passarei pela mesma correria do ano passado, quando quase não deu tempo de entregar a declaração no prazo?
- Devo voltar a estudar inglês já, quando ainda não me é exigido a fluência nesta língua, ou esperar até que meu chefe me diga: “Abriu aquela excelente vaga no exterior: como está seu inglês?”

Aquelas pessoas que conseguem controlar o impulso da sua satisfação imediata, são, na média, pessoas com situação financeira mais estável e com empregos mais rentáveis.

2) Associar Consumo ao Prazer
Comprar é sempre uma atividade prazerosa, não há como negar isso. Mas quando esta associação do consumo à sensação de prazer se torna muito grande, podemos ter um problema. A compra passar a ser feita de modo emocional e não racional. Ou seja, o individuo faz uma compra mesmo sem ter a necessidade do produto ou serviço. O importante é a atividade de adquirir algo, isto é o que lhe traz satisfação.
Este sentimento é parecido com o de comer algo muito gostoso, com um doce ou algum alimento especial. Muitas vezes nem estamos com fome e o nosso corpo nem precisa de mais alimento, mas o prazer de comer um bom brigadeiro ou um chocolate é indescritível!
Na verdade, não há problema algum em satisfazer estes desejos e apreciar um belo pudim … o importante é ter isso sob controle e fazê-lo apenas esporadicamente.

3) Falta de Disciplina e Perseverança para mudar
Mudanças são muito difíceis, principalmente no caso de problemas financeiros. A falta constante de dinheiro tem que ser combatida com uma boa dose de Controle Financeiro e isto exige muita disciplina e perseverança. Disciplina para controlar os gastos e eliminar os hábitos de consumo imediatistas, mudando a maneira de encarar a vida do ponto de vista financeiro. Perseverança para continuar com este controle por toda a vida, mesmo se a condição financeira melhorar.
A maioria das pessoas “sem dinheiro” até inicia este processo de controle, mas muitas vezes acaba abandonando-o alguns meses depois.

Bem, se você se identificou com alguns dos hábitos acima, há tempo para mudar! Não fique sentado esperando que as coisas se resolvam automaticamente. Já dizia Einstein: “Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes”.

12/05/2014

azer um bom controle financeiro demanda uma certa paciência e tempo, e estas coisas são cada vez mais raras no dia-a-dia corrido que vivemos. O controle financeiro ideal é aquele em que todas as receitas e despesas são lançadas, mesmo aqueles gastos de valores menores, que acumulados, podem gerar um impacto signif**ativo ao longo de um ano.

Entretanto, poucas são as pessoas que conseguem manter as suas finanças tão organizadas. Basta esquecer de lançar algumas despesas em um mês para perder o ímpeto de fazer o controle financeiro.

Mas por que é tão difícil manter as finanças em dia? Mal nos damos conta, mas temos a tendência de repetir o que estamos habituados e criamos uma certa resistência para aderir a novos hábitos. Como começar uma academia, por exemplo.

O segredo é ir, gradativamente, incorporando o controle financeiro na sua rotina. A medida que se faz o controle financeiro, os benefícios começam a aparecer e este é o grande fator motivacional. Com um planejamento financeiro, os sonhos se tornam possíveis. Por isso é tão importante fazer do controle financeiro um hábito.

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