Escritório Martinelli Consultoria

Escritório Martinelli Consultoria • Assessoria
• Contabilidade
• Escrita Fiscal
• Departamento Pessoal
• Abertura e Baixa de Empresas

O Escritório Martinelli - Consultoria foi fundado em 14 de janeiro de 1.985 por seu idealizador Gilmar Mário Martinelli, com o objetivo de prestar serviços de contabilidade, assessoria e perícias para empresas. Atualmente o Escritório Martinelli - Consultoria é administrado por seu diretor Gilmar Mário Martinelli contador, administrador de empresas e consultor registrado no IBCO - Instituto Brasil

eiro dos Consultores de Organizações; Maria Isabel Martins Martinelli contadora; Thaís Aparecida Martinelli contadora e bacharel em direito e Tiago Aparecido Martinelli estudante universitário de ciências contábeis. Durante todo esse tempo de atividades, o Escritório Martinelli - Consultoria vem prestando serviços para diversas empresas sediadas em Itápolis e região que atuam nos mais diversos ramos de atividades, sejam microempresas ou empresas de médio e grande porte.

Dia 1º de julho, a Receita Federal publicou a Instrução Normativa (IN) nº 2.332/26, estabelecendo as regras sobre o acom...
13/07/2026

Dia 1º de julho, a Receita Federal publicou a Instrução Normativa (IN) nº 2.332/26, estabelecendo as regras sobre o acompanhamento das empresas que utilizam incentivos, benefícios e renúncias fiscais. A norma começa a valer em 1º de setembro.

A partir dessa data, em vez de ter sua conformidade tributária e regularidade cadastral verificada somente na etapa de habilitação, contribuintes que utilizam benefícios fiscais passarão a ser monitorados automática e continuamente.

Segundo a IN, para manter os benefícios atuais, as empresas precisam estar em dia com os tributos federais e o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e não ter pendências no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin). Elas também precisam ter aderido ao Domicílio Tributário Eletrônico (DTE), estar com o cadastro no CNPJ em situação regular e, quando necessário, ter se habilitado previamente perante a Receita Federal. Por fim, elas não podem ter sofrido sanções por improbidade administrativa, infrações ambientais ou atos contra a administração pública.

Se forem constatadas irregularidades em quaisquer dessas exigências, a empresa será notificada e terá 20 dias para regularizar as pendências indicadas. Se o prazo não for observado, ela terá sua habilitação cancelada ou ficará proibida de usufruir o benefício fiscal.

Outros pontos tratados pela IN referem-se à forma como será verificado o cumprimento dos critérios exigidos para fruição dos benefícios, ao processo administrativo a que ficam sujeitos os contribuintes infratores e às sanções aplicáveis.

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) publicou, dia 3, Edital nº 9/26, que cria o Desenrola MEI, uma transação...
10/07/2026

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) publicou, dia 3, Edital nº 9/26, que cria o Desenrola MEI, uma transação tributária para que Microempreendedores Individuais (MEIs) possam quitar débitos inscritos na dívida ativa da União (DAU).

O Edital prevê três modalidades de negociação: a transação por capacidade de pagamento, a transação de débitos considerados irrecuperáveis e a transação de pequeno valor. Em todas elas, o total da dívida não pode ultrapassar R$ 20 mil.

Podem ser negociados pela transação de pequeno valor débitos inscritos na DAU até 1º de julho de 2025. As outras modalidades aceitam débitos inscritos até 3 de março de 2026.

As condições de pagamento e a concessão de descontos variam conforme a modalidade escolhida. Em qualquer uma delas, porém, a prestação mínima será de R$ 25,00.

Adesões devem ser feitas somente pelo portal Regularize, da PGFN, até 30 de setembro.

Limite de faturamento

O governo ainda apresentou à Câmara dos Deputados um projeto de lei que amplia o teto de faturamento anual dos empreendedores, atualmente fixado em R$ 81 mil. De acordo com a medida, o limite de receita bruta passaria para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028.

Além de aumentar o teto de faturamento anual, o projeto autoriza o MEI a ter até dois empregados. Hoje, ele pode contratar somente um trabalhador.

Pessoas físicas que, em função da reforma tributária, têm de se inscrever no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ)...
08/07/2026

Pessoas físicas que, em função da reforma tributária, têm de se inscrever no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), ganharam mais tempo para se adequar à norma. O Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS) e a Receita Federal prorrogaram o prazo para cadastramento, que deveria ocorrer até julho, para 1º de janeiro.

Em nota, os órgãos esclarecem que está sendo desenvolvido um sistema simplificado de inscrição no CNPJ. Além de ser totalmente automatizada, a ferramenta terá menos exigências burocráticas e será integrada às plataformas de emissão de documentos fiscais eletrônicos.

Até lá, continuam válidos os mecanismos de identificação fiscal atualmente utilizados por pessoas físicas: inscrições municipal e estadual, Cadastro de Pessoa Física (CPF) e CNPJ.

Foi exatamente para unificar esses vários cadastros fiscais, que aumentam a burocracia para o contribuinte e dificultam o combate à sonegação pelo poder público, que a reforma tributária criou o denominado CNPJ Técnico. Esse tipo de inscrição não transforma as pessoas físicas em empresas, mas permite que elas emitam notas fiscais e facilita a apuração do IBS e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).

A nova obrigação não se aplica a todas as pessoas físicas. Vale somente para aquelas que desenvolvem atividade econômica com a venda de bens ou prestação de serviços, como autônomos, profissionais liberais, produtores rurais e locadores de imóveis obrigados ao pagamento de CBS e IBS.

De acordo com o comunicado da Receita Federal e do CGIBS, o sistema simplificado de cadastramento será disponibilizado em novembro

O QUE OS CONSUMIDORES AVALIAM ANTES DE COMPRAR ONLINE?O preço continua sendo um fator importante, mas já não é o único c...
08/07/2026

O QUE OS CONSUMIDORES AVALIAM ANTES DE COMPRAR ONLINE?

O preço continua sendo um fator importante, mas já não é o único critério na decisão de compra. Cada vez mais, os consumidores procuram empresas que transmitam credibilidade, segurança e transparência durante toda a jornada de compra.

Antes de finalizar um pedido, é comum analisar a reputação da marca, as avaliações de outros clientes, a qualidade das informações sobre os produtos, as políticas de troca, os prazos de entrega e a facilidade de navegação no site. Além disso, um ambiente seguro para pagamentos e um atendimento ágil fazem toda a diferença para conquistar a confiança do consumidor.

Esses fatores reduzem as incertezas, aumentam a sensação de segurança e influenciam diretamente na decisão de compra. Em um mercado cada vez mais competitivo, oferecer uma boa experiência ao cliente deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade para empresas que desejam crescer e fidelizar consumidores.

Nesse contexto, contar com o auxílio de profissionais capacitados é essencial. Especialistas em marketing, comunicação e gestão digital podem orientar a empresa na construção de uma presença online sólida, na criação de estratégias para fortalecer a marca, melhorar a experiência do usuário e aumentar a conversão de vendas.

Da mesma forma, o apoio de uma assessoria contábil é importante para garantir que o negócio opere de forma organizada, cumpra suas obrigações fiscais e esteja preparado para crescer com segurança e sustentabilidade.

Investir em credibilidade, atendimento de qualidade e processos eficientes é o caminho para conquistar a confiança dos clientes e se destacar no comércio eletrônico.

Fonte: Monitor Mercantil (Por Assessoria)
Conteúdo adaptado por Business Editora.

A gestão por resultados tem como ponto de partida alinhar ações e equipes a metas mensuráveis e conectadas aos objetivos...
06/07/2026

A gestão por resultados tem como ponto de partida alinhar ações e equipes a metas mensuráveis e conectadas aos objetivos do negócio. Apesar de trazer significativo de eficiência, muitas empresas não sabem ao certo como aplicá-la no dia a dia.

O primeiro passo é saber qual resultado a empresa quer atingir e essa resposta deve estar no planejamento estratégico.

Apesar de parecer simples na teoria, a implementação encontra três obstáculos bastante comuns: a cultura reativa (equipes não acostumadas a trabalhar com metas claras), a falta de condições (de estrutura, de tempo, de tecnologia ou de pessoal) e o desalinhamento estratégico (metas sem um direcionamento claro).

A gestão por KPIs (indicadores-chave de desempenho) funciona bem em ambientes que buscam simplicidade. Mas é preciso cuidado com indicadores de vaidade, aqueles que brilham, mas não entregam valor, como curtidas em redes sociais ou acessos ao site que não viram vendas ou redução de custo.

Mais importante do que a abordagem escolhida é garantir que as metas estejam bem distribuídas e que os indicadores sejam claros, para evitar interpretações divergentes. Além disso, o número de indicadores não deve ser excessivo.

Para micro e pequenas empresas, começar do básico é essencial. Boas práticas incluem estabelecer metas Smart (específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e com prazo definido), dividir grandes objetivos entre equipes e pessoas e usar ferramentas acessíveis, como planilhas e painéis visuais, para o acompanhamento.

Também é importante manter o compromisso com resultados, mesmo que os caminhos precisem ser ajustados ao longo do tempo. Para que isso aconteça, é fundamental reconhecer o desempenho dos colaboradores.

Independentemente do porte do negócio, o impacto efetivo nasce do alinhamento contínuo e integrado entre estratégia, metas e execução. Resultados sólidos vêm de ciclos curtos de ação, revisão e correção. Não se trata de perfeição, mas de progresso constante.

BANCO CENTRAL ALTERA REGRAS DO PIX! VEJA O QUE MUDA NOS LIMITES DE TRANSAÇÕES A PARTIR DE OUTUBRO.O Banco Central public...
06/07/2026

BANCO CENTRAL ALTERA REGRAS DO PIX! VEJA O QUE MUDA NOS LIMITES DE TRANSAÇÕES A PARTIR DE OUTUBRO.

O Banco Central publicou a Instrução Normativa BCB nº 746/2026, trazendo novas regras para os limites de transações via Pix. As mudanças entram em vigor em 1º de outubro de 2026 e atualizam dispositivos da regulamentação do sistema de pagamentos instantâneos.

Entre as principais novidades, está a possibilidade de os usuários solicitarem aumento ou redução do limite diário do Pix Automático, conforme as regras estabelecidas pela instituição financeira.

Além disso, será possível cadastrar contas ou usuários recebedores para definir limites diários específicos, proporcionando mais flexibilidade e controle sobre as transações.
A nova norma também determina que os pedidos de aumento de limite poderão ser aceitos a critério da instituição participante do Pix, reforçando a autonomia dos bancos e fintechs na análise dessas solicitações.

Outra mudança importante é a revogação de alguns dispositivos da regulamentação anterior, como parte do processo de modernização contínua do sistema. Segundo o Banco Central, essas alterações acompanham a evolução do ecossistema Pix, tornando as operações mais eficientes e adaptadas às novas funcionalidades, como o Pix por aproximação e o Pix Automático.

📌 Quem deve ficar atento?
As novas regras interessam especialmente às empresas, instituições financeiras, fintechs, empreendedores e usuários que utilizam o Pix com frequência, principalmente para recebimentos e pagamentos recorrentes.

👨‍💼 Conte com orientação profissional!
As constantes atualizações nas normas do Banco Central exigem acompanhamento especializado. Um profissional capacitado pode orientar empresas sobre os impactos das mudanças, auxiliar na adequação dos processos financeiros e garantir maior segurança na utilização dos meios eletrônicos de pagamento.

💬 Você já utiliza o Pix Automático ou costuma ajustar os limites das suas transações? Acredita que essas mudanças trarão mais segurança e praticidade? Conte sua opinião nos comentários!

TRT CONFIRMA VALIDADE DA ESCALA 12X36 E AFASTA PAGAMENTO DE HORAS EXTRAS. SUA EMPRESA ESTÁ EM CONFORMIDADE?A 4ª Câmara d...
03/07/2026

TRT CONFIRMA VALIDADE DA ESCALA 12X36 E AFASTA PAGAMENTO DE HORAS EXTRAS. SUA EMPRESA ESTÁ EM CONFORMIDADE?

A 4ª Câmara do TRT da 15ª Região reconheceu a validade da escala 12x36 e afastou a condenação ao pagamento de horas extras a um empregado. A decisão considerou que a empresa cumpriu rigorosamente as regras previstas na convenção coletiva da categoria, que autorizava tanto a convocação para trabalho em até quatro folgas por mês quanto a concessão de intervalo intrajornada de 30 minutos.

No caso analisado, o trabalhador alegava que a escala havia sido descaracterizada por ter trabalhado em dias de folga e por usufruir de intervalo inferior a uma hora. Porém, o Tribunal verificou que essas condições estavam expressamente previstas no instrumento coletivo e que a empresa respeitou todos os limites estabelecidos.

O julgamento também teve como fundamento o Tema 1046 do STF, que reconhece a validade de acordos e convenções coletivas que flexibilizam determinados direitos trabalhistas, desde que sejam preservados os direitos indisponíveis garantidos pela legislação.

📌 O que essa decisão ensina?
Nem toda convocação em dia de folga ou intervalo reduzido gera automaticamente o direito ao pagamento de horas extras. A validade dessas práticas depende da existência de previsão em acordo ou convenção coletiva e do fiel cumprimento das condições negociadas.

👨‍💼 Por isso, contar com um profissional especializado em Departamento Pessoal e Direito do Trabalho é indispensável. A correta interpretação das convenções coletivas, aliada ao controle adequado da jornada, reduz riscos, evita passivos trabalhistas e garante mais segurança jurídica para a empresa.
Antes de adotar qualquer jornada diferenciada, revise os instrumentos coletivos aplicáveis à sua categoria e conte com orientação profissional para manter sua empresa em conformidade com a legislação.

💬 Sua empresa utiliza a escala 12x36? Você conhece as regras da convenção coletiva da sua categoria? Compartilhe sua experiência nos comentários!

Mais do que políticas escritas, o que protege a reputação de uma empresa é o comportamento diário de quem a representa. ...
03/07/2026

Mais do que políticas escritas, o que protege a reputação de uma empresa é o comportamento diário de quem a representa. A confiança é construída nas atitudes, e ela pode se perder em um único gesto. Uma decisão antiética ou negligente pode anular anos de investimento em credibilidade e valor de marca. A integridade se estabelece como o verdadeiro divisor de águas entre a marca duradoura e a marca descartável.

A ética não é um conceito abstrato. Ela se manifesta ao lidar com um cliente insatisfeito, ao compartilhar informações internas ou ao presenciar uma falha do colega. Saber o que fazer nesses momentos é o que diferencia empresas que apenas falam de integridade daquelas que realmente a praticam.

Nesse sentido, os códigos de conduta são ferramentas fundamentais, mas, sozinhos, não garantem a adoção de comportamentos éticos. O documento deve ser apresentado como um guia prático, mas é preciso traduzir o código em exemplos do dia a dia, mostrando o que é aceitável e o que fere os princípios da empresa.

Uma das formas mais eficazes de consolidar essa compreensão é incluir dilemas reais nos treinamentos. Situações simuladas ajudam a equipe a lidar com conflitos de interesse e decisões sob pressão.

Os líderes são os principais influenciadores do comportamento ético dentro da empresa. Quando o gestor assume a responsabilidade pelas próprias ações e comunica abertamente suas decisões, ele envia uma mensagem clara de integridade à equipe.

Liderar de forma ética é mais do que seguir normas: é promover um ambiente de confiança e diálogo. As pessoas precisam sentir que podem falar sobre dilemas e pedir orientação sem medo de punição.

Além disso, deve-se levar em conta que reconhecer atitudes éticas é tão importante quanto punir desvios. A valorização das boas práticas estimula o engajamento e ajuda a consolidar a cultura desejada.

Treinar a equipe para agir eticamente não é algo que se faz com um evento ou campanha pontual; deve ser um processo contínuo, alinhado à evolução do negócio. A ética precisa ser tratada como competência essencial, desenvolvida em todas as etapas da jornada profissional.

A sucessão em empresas familiares não é mera troca de comando, mas um processo de longo prazo, que exige planejamento e ...
01/07/2026

A sucessão em empresas familiares não é mera troca de comando, mas um processo de longo prazo, que exige planejamento e execução cuidadosos.
O ideal é iniciar cedo, quando ainda há tempo, saúde financeira e diálogo aberto entre as gerações. A ausência de um planejamento adequado eleva o risco de uma sucessão abrupta, marcada por eventos como o falecimento prematuro do administrador ou a ocorrência de uma crise.

O primeiro passo é identificar os herdeiros interessados em suceder o atual gestor e definir os critérios técnicos e comportamentais necessários para assumir a gestão. A escolha precisa ser embasada nas competências estratégicas necessárias para sustentar e evoluir a empresa no próximo ciclo.

Também é fundamental estabelecer uma estrutura de governança robusta, com regras transparentes. Valer-se de recursos como Conselhos de Família ou Consultivos permite que cada uma das habilidades dos sucessores se encaixe.

A sucessão gera muitas incertezas. Por isso, não é conveniente mantê-la em sigilo nem evitar conversas difíceis a fim de proteger as relações familiares. Quanto mais clara a comunicação e mais transparente o processo, maior a chance de preservar relações e garantir uma transição bem-sucedida.

Estruturas de governança compatíveis com os objetivos de sucessão preparam a empresa para operar como um sistema autônomo, com processos, lideranças e decisões que não dependem exclusivamente da figura do fundador ou dos atuais gestores. Isso é fundamental para a humanização dos negócios e a profissionalização da família, equilibrando os interesses empresariais e os aspectos emocionais envolvidos.

Todas as decisões devem ser formalizadas por meio de ferramentas jurídicas. O acordo de sócios, por exemplo, é um pré-requisito importante para o plano de sucessão patrimonial, regulando a relação entre as partes e reduzindo conflitos.

Sucessão não é a simples substituição de uma pessoa. Quando bem conduzida, torna-se uma oportunidade de revitalizar a empresa e garantir sua prosperidade. Esse olhar ampliado é o que vai viabilizar a sustentabilidade da empresa no longo prazo, transformando a sucessão em um pilar para a longevidade.

MIGRAR DO MEI PODE GERAR MAIS LUCRO: SAIBA QUANDO COMPENSA MUDAR DE REGIME TRIBUTÁRIOMuitos empreendedores acreditam que...
01/07/2026

MIGRAR DO MEI PODE GERAR MAIS LUCRO: SAIBA QUANDO COMPENSA MUDAR DE REGIME TRIBUTÁRIO

Muitos empreendedores acreditam que permanecer no MEI ou no Simples Nacional é sempre a alternativa mais econômica. Porém, conforme a empresa cresce, essa nem sempre é a melhor estratégia para aumentar a lucratividade.

O MEI possui limite de faturamento e regras simplificadas que ajudam no início da jornada empresarial. No entanto, quando o negócio evolui, amplia sua operação, contrata colaboradores ou aumenta significativamente seu faturamento, permanecer no mesmo enquadramento pode representar perda de oportunidades e até aumento da carga tributária.

Em determinadas situações, a migração para regimes como Lucro Presumido ou Lucro Real pode proporcionar vantagens importantes, como melhor aproveitamento de créditos tributários, redução da carga efetiva de impostos e maior competitividade no mercado.

Por isso, a decisão não deve ser baseada apenas no valor aparente das alíquotas. O mais importante é analisar o impacto da tributação sobre o resultado final da empresa, considerando faturamento, despesas, folha de pagamento, margem de lucro e perspectivas de crescimento.

📊 Um planejamento tributário bem elaborado pode revelar oportunidades de economia que passam despercebidas por muitos empresários.

Nesse processo, o apoio de um profissional contábil qualificado é fundamental.

Com a chegada das mudanças trazidas pela Reforma Tributária, revisar periodicamente o enquadramento fiscal será ainda mais importante para manter a competitividade e garantir a sustentabilidade da empresa.

Antes de pensar apenas em pagar menos impostos, vale a pena avaliar qual regime pode gerar mais lucro para o seu negócio.

Sua empresa já revisou o enquadramento tributário nos últimos 12 meses?

📚 Fonte: Contábeis.
📌 Conteúdo adaptado: Business Editora.

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Itápolis, SP
14900-000

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