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Você achou um imóvel que cabia no bolso. Aí veio a reforma tributária.Comprar, alugar ou investir em imóvel já não é tão...
06/07/2026

Você achou um imóvel que cabia no bolso. Aí veio a reforma tributária.

Comprar, alugar ou investir em imóvel já não é tão simples. E essa mudança não está só no valor do imposto. Ela também mexe no caixa de quem vende e financia esse mercado.

Em português simples: o setor imobiliário pode até ter regras mais favoráveis na carga tributária, mas pode sentir aperto no fluxo de caixa. Parecem coisas que se contradizem, mas não são.

Isso acontece por causa da forma de recolher o IBS e a CBS. No novo modelo, parte desses tributos pode ser separada já no momento do pagamento. Ou seja, o dinheiro entra e uma fatia vai direto para o imposto. Não vira caixa livre do mesmo jeito que antes.

E quando o caixa aperta, a conta não morre no bastidor. Ela costuma aparecer em algum lugar: no preço, na negociação, nas condições de pagamento ou no ritmo do mercado.

Por isso, quem compra, vende ou investe em imóvel precisa olhar além da alíquota. O ponto não é só quanto de imposto, é quando ele sai do caixa.

Você pensa em comprar, vender ou investir em imóvel nos próximos meses?

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Vai morrer? Prepare-se para pagar imposto. Calma, a frase é forte de propósito. Não existe imposto por morrer.O que exis...
02/07/2026

Vai morrer? Prepare-se para pagar imposto. Calma, a frase é forte de propósito. Não existe imposto por morrer.

O que existe é isto: até velório, jazigo e sepultamento têm nota fiscal, serviço e regra tributária por trás. É um setor como qualquer outro nesse ponto.

E, sabe quando a família está sem cabeça para nada? Mesmo no meio da dor, alguém precisa resolver boleto, documento, cemitério e pagamento. A burocracia não espera o luto passar.

A reforma tributária também chega nesse momento. O Comitê Gestor da NFSe discutiu regras para serviços funerários e cemitérios. Na conversa entraram jazigos, sepultamento, nota fiscal e a incidência do IBS.

Ou seja, até na despedida final tem burocracia na conta. Um dos pontos discutidos foi que o imposto fique no município onde o serviço acontece.

Nada disso muda o valor da saudade. Mas mostra que entender como o serviço é tributado ajuda a família a não ser pega de surpresa num momento já difícil.

Você imaginava que até esse tipo de serviço entra na reforma tributária?

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Alerta: até a sua comprinha da Shopee pode f**ar mais cara a partir de julho. E o motivo não está na loja, está na estra...
01/07/2026

Alerta: até a sua comprinha da Shopee pode f**ar mais cara a partir de julho. E o motivo não está na loja, está na estrada.

Sabe aquele pacotinho de R$ 29,90 que você compra sem pensar muito? Uma capinha, um carregador, um organizador, uma besteirinha qualquer. Antes de chegar na sua casa, ele passou por estrada, caminhão, combustível, entrega e frete. Mesmo quando aparece "frete grátis", alguém pagou por esse caminho.

E aconteceu o seguinte: o governo retirou a subvenção de R$ 0,35 por litro do diesel a partir de 1º de julho. Na prática, abastecer o caminhão ficou um pouco mais caro.

Talvez a sua compra não suba amanhã. Mas quando o custo do caminho muda, uma hora a conta aparece. No frete, no preço, na promoção que some ou naquele baratinho que já não parece tão barato.

É por isso que vale acompanhar esse tipo de mudança. O que mexe no diesel hoje pode mexer no seu carrinho depois.

Você já tinha reparado que o frete está embutido até nas compras mais baratas?

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O Brasil só lembra do caminhão quando ele para. No Dia do Caminhoneiro, vale lembrar de uma coisa simples: quase tudo qu...
30/06/2026

O Brasil só lembra do caminhão quando ele para. No Dia do Caminhoneiro, vale lembrar de uma coisa simples: quase tudo que chega na sua casa passou por alguém na estrada.

Se o caminhão não chega, a prateleira vira notícia. Mercado, farmácia, obra, indústria. O país costuma descobrir a logística só quando ela falha.

E a estrada aparece no preço antes de aparecer no mapa. Diesel, pedágio, frete, manutenção e seguro entram na conta. Quase sempre, na sua.

Por isso o caminhoneiro não é só motorista. É quem segura uma parte invisível do país funcionando todos os dias.

Quando o frete muda, o Brasil sente. Mesmo quem nunca contratou um caminhão paga um pedaço dessa conta no produto final.

E a reforma tributária entra justamente aí. Porque imposto, crédito e custo da operação podem mudar o preço de muita coisa que depende da estrada.

O problema não é só pagar imposto. É não entender como ele entra no frete, no contrato e na margem de quem transporta.

Valorizar o caminhoneiro também é entender a conta. Se o transporte para, o Brasil para. Se o custo muda, muita gente sente.

O Brasil depende da estrada. E a sua empresa depende de entender os custos.

Feliz Dia do Caminhoneiro a quem mantém o país em movimento.

Você já tinha parado para pensar quanto da sua operação depende do frete?

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"Pessoa física vai ter CNPJ" é a frase que vai espalhar pânico. Ela chama atenção, mas o que importa está no detalhe que...
29/06/2026

"Pessoa física vai ter CNPJ" é a frase que vai espalhar pânico. Ela chama atenção, mas o que importa está no detalhe que quase ninguém lê.

Quando uma frase tributária cai no grupo da família, ela muda de tamanho. Alguém lê "CNPJ + pessoa física" e, em segundos, parece que todo CPF vai virar empresa. Não é isso.

A confusão começa em uma palavra: CNPJ. Para muita gente, CNPJ é sinônimo de abrir empresa. Mas nem sempre é isso que a regra quer dizer.

A notícia real é mais calma: a inscrição no CNPJ para pessoas físicas que forem contribuintes do IBS e da CBS foi adiada para 2027.

E adiar não é esquecer. Quando o prazo aumenta, muita gente relaxa. Depois descobre que precisava ter se preparado antes.

Quem faz só o básico do dia a dia pode f**ar tranquilo. Já quem realiza operações tributadas com frequência, como venda recorrente, aluguel ou prestação de serviço como pessoa física, precisa prestar atenção nessa conversa.

O risco não é virar empresa do nada. O risco é 2027 chegar e a pessoa não saber como a própria operação deve aparecer para o fisco.

Por isso, organização vai valer mais que susto. Cadastro, documento, sistema e contabilidade precisam falar a mesma língua antes de a regra virar rotina.

Antes de repostar susto, entenda a regra. Você se encaixa em alguma operação tributada como pessoa física hoje?

Siga .contabilidade e acompanhe a reforma sem pânico.

Sua empresa pode ter "cashback" de imposto? Não é bem isso. Mas existe um caminho parecido na reforma tributária, e muit...
26/06/2026

Sua empresa pode ter "cashback" de imposto? Não é bem isso. Mas existe um caminho parecido na reforma tributária, e muita gente confunde.

Quando você compra algo e ganha cashback, uma parte do dinheiro volta. Na empresa não funciona assim. O que existe é o crédito tributário.

E aqui mora a confusão: crédito tributário não é dinheiro caindo na conta. É um valor que pode ser usado para abater imposto. Com a reforma, entender isso passa a valer muito mais.

A Receita Federal já sinalizou que, em certos casos, até a locação de bens móveis pode entrar no cálculo de crédito. Traduzindo: algumas operações podem aliviar o imposto que a empresa paga.

Pensa numa empresa de tecnologia que vende equipamento e também aluga equipamento. O dinheiro entra parecido, mas a leitura tributária pode ser bem diferente. Esse aluguel pode gerar crédito.

Só que atenção: não é todo aluguel que vira crédito. A empresa precisa mostrar que aquele gasto está dentro da regra e bem registrado.

E é exatamente aí que muita empresa perde dinheiro sem perceber. Não porque vende pouco, mas porque não sabe o que pode virar crédito, o que não pode e como provar cada coisa.

Com a reforma, a empresa vai precisar olhar melhor para o caminho do dinheiro: de onde veio, como foi registrado e o que aquilo muda no imposto.

Não é cashback. É crédito bem aproveitado.

Você sabe quanto da sua operação hoje pode estar virando crédito perdido?

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A reforma tributária deve aumentar a carga de imposto sobre a saúde. E isso muda a conta de quem tem clínica, hospital o...
24/06/2026

A reforma tributária deve aumentar a carga de imposto sobre a saúde. E isso muda a conta de quem tem clínica, hospital ou atende como PJ.

Parece estranho, porque a reforma prevê 60% de redução nas novas alíquotas para a saúde. À primeira vista, é uma ótima notícia.

Mas desconto na alíquota não signif**a menos imposto no fim do mês. O que decide é como a sua operação está montada.

O ponto que pega é a folha de pagamento. Ela pesa muito no setor e não gera crédito no novo modelo. Já aluguel, energia e insumos podem gerar crédito, mas nem sempre compensam uma folha alta.

Por isso, uma clínica pode lotar a agenda e ainda ver a margem encolher. Porque o custo não cresce no mesmo ritmo do faturamento.

A pergunta certa não é "o imposto vai cair?". É "o que acontece com a minha margem?". E só uma simulação responde isso com número.

Esse é o momento de antecipar o planejamento, antes de a transição começar a pesar.

Você já sabe quanto a folha representa no seu custo hoje?

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A cidade recebe o turista. Mas pode não receber todo o imposto. A reforma tributária pode mudar essa conta.Pensa comigo....
23/06/2026

A cidade recebe o turista. Mas pode não receber todo o imposto. A reforma tributária pode mudar essa conta.

Pensa comigo. Quando um turista chega, ele faz quase tudo no mesmo lugar: dorme, come, pega transporte, compra e participa de eventos. Para quem visita, é só uma boa viagem. Para a cidade, cada um desses gastos movimenta a economia local.

Só que, no modelo atual, parte do imposto pode ir para onde a empresa tem sede, mesmo quando o serviço aconteceu longe dali. E é aqui que a reforma entra: o novo modelo passa a olhar mais para onde o serviço é de fato consumido.

Para cidades turísticas, isso pode mudar a conta. O destino que recebe o visitante pode ganhar mais importância na arrecadação. Mas não basta receber turista. É preciso ter cadastro em dia, nota fiscal e controle dos serviços que acontecem ali.

E vale tanto para a cidade quanto para a empresa: quem enxerga melhor a própria movimentação se prepara melhor. A transição é gradual, então a organização precisa começar antes.

A sua cidade ou a sua empresa vive de turismo? Como está o controle dos serviços que acontecem aí?

Siga o nosso perfil pra entender o que muda para cidades e empresas com a reforma tributária.

Empresa não perde dinheiro só quando vende pouco. Muitas vezes ele se perde no meio da rotina.Toda empresa compra, receb...
23/06/2026

Empresa não perde dinheiro só quando vende pouco. Muitas vezes ele se perde no meio da rotina.

Toda empresa compra, recebe nota e paga fornecedor. São tarefas normais. O problema é que, quando cada parte f**a solta, o processo vira custo. E ninguém percebe na hora.

Com a reforma tributária, essa rotina ganha outra importância. A nota deixa de ser só um arquivo guardado. Ela precisa conversar com o pagamento e com o fornecedor, porque é isso que deixa a informação consistente.

E aqui está o ponto: quando os dados batem, o crédito f**a mais confiável e a empresa ganha previsibilidade pra decidir. Quando não batem, a oportunidade pode f**ar pelo caminho. É por isso que processo deixa de ser detalhe administrativo.

A transição ainda vai misturar o sistema antigo e o novo por alguns anos. Revisar fornecedores, notas, contratos e conciliação agora reduz ruído depois.

A sua operação está pronta pra essa virada, ou ainda depende de planilha e improviso?

Siga o perfil pra entender melhor a reforma tributária e organizar a operação antes da virada.

Fontes: Lei Complementar 214/2025, reforma tributária do consumo. Transição de 2026 a 2033.

Te explicando a reforma tributária como se a sua empresa fosse a seleção brasileira na Copa do Mundo.Pra entrar numa Cop...
19/06/2026

Te explicando a reforma tributária como se a sua empresa fosse a seleção brasileira na Copa do Mundo.

Pra entrar numa Copa não basta ter camisa bonita, torcida e vontade de ganhar. Tem regulamento, escalação, função de cada jogador e treino antes do jogo. Na empresa é igual. O seu time é vendas, compras, financeiro, contratos, nota fiscal e contabilidade. Se cada área joga de um jeito, a partida f**a bagunçada.

A reforma tributária é uma mudança no regulamento do campeonato. Não muda só o nome dos impostos, muda como algumas informações precisam aparecer e circular dentro da empresa.

E aí cada peça tem a sua posição:

O contador é o técnico. Lê o regulamento, orienta o time e avisa onde pode dar problema. Mas só ajusta a estratégia com informação boa de quem está em campo.

A nota fiscal é a súmula da partida. É nela que o lance f**a registrado. Vende de um jeito, cobra de outro e emite no improviso? Depois f**a difícil explicar o jogo.

O financeiro é o meio de campo. Liga venda, compra, pagamento e contabilidade. Isolado, o time até continua jogando, mas perde o controle da jogada.

O preço é o ataque. É o que aparece para o cliente. Só que vender não é o mesmo que ganhar o jogo: a venda precisa preservar a margem.

E esse ano é a preparação. Hora de revisar processo, sistema, contrato e rotina. Você não precisa saber tudo sobre a reforma. Mas precisa entender o suficiente pra não entrar em campo perdido.

A sua empresa está escalada pra essa Copa ou vai entrar improvisando?

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Fontes: Lei Complementar 214/2025, reforma tributária do consumo. Transição de 2026 a 2033.

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