12/05/2026
A maioria das pessoas está olhando para a Reforma Tributária como uma troca de impostos. Não é.
O que está acontecendo é uma mudança na lógica de tributação no Brasil, e ela atinge praticamente todas as empresas que operam com venda de produtos ou serviços.
Com a criação do IBS e da CBS, o sistema passa a alcançar não só empresas, mas qualquer operação econômica relevante, inclusive em ambientes digitais e até com participação de pessoas físicas ou do exterior. Ou seja: não existe mais “zona de conforto tributária”. Até mesmo regimes que pareciam protegidos continuam dentro do jogo.
O Simples Nacional permanece, mas com novas possibilidades e decisões estratégicas, como optar ou não por um modelo que permita geração de crédito. O MEI segue com simplificação, mas também será impactado pela nova estrutura. E o chamado nanoempreendedor surge como exceção, não como regra.
A leitura superficial é: “todo mundo será tributado”. A leitura estratégica é: nem todo mundo será impactado da mesma forma. Porque, no novo cenário, não basta pagar imposto, É preciso entender como ele afeta preço, margem, crédito e competitividade 🎯