05/08/2026
🧠 A nova NR-1 deixou de ser um assunto restrito ao RH. A gestão dos riscos psicossociais passou a ter reflexos trabalhistas, financeiros e previdenciários para as empresas.
Desde 26 de maio deste ano, a fiscalização passou a ter caráter punitivo. Empresas com trabalhadores regidos pela CLT devem identificar, avaliar e gerenciar fatores como sobrecarga, jornadas exaustivas, pressão abusiva, assédio, ambientes tóxicos e burnout.
📊 E onde entra o impacto tributário?
Afastamentos relacionados ao trabalho podem influenciar o FAP, índice que multiplica o RAT e interfere no valor da contribuição previdenciária paga pela empresa. Quanto maior o histórico de acidentes, doenças ocupacionais e afastamentos reconhecidos, maior pode ser o custo sobre a folha nos anos seguintes.
Além disso, a negligência pode gerar multas, passivos trabalhistas, ações regressivas do INSS e outros encargos. Já uma gestão preventiva, acompanhada de documentação adequada e integração entre RH, SST, Jurídico, Fiscal e Contabilidade, ajuda a reduzir riscos e proteger o caixa.
⚠️ A NR-1 não criou um imposto novo. Mas a falta de prevenção pode encarecer tributos e obrigações que sua empresa já paga.