04/12/2024
Atualmente, em meio as múltiplas crises que enfrentamos, começaram os boatos a respeito do confisco das aplicações e de teorias para se imaginar um cenário ainda pior que o vivido na realidade.
Em 1º lugar, o confisco de bens, tal como ocorreu na década de 90, no governo do ex-presidente Fernando Collor de Mello, não é mais possível devido a Emenda Constitucional (EC) nº 32/2001, portanto, os Presidentes da República e do Banco Central não possuem poderes para tal atitude. Isso inclui não só a poupança, mais também as demais aplicações financeiras, tais como: Ações, CDBs, Criptomoedas, FIIs, LCAs, LCIs, Tesouro Direto e etc.
Apesar da CF/88 não permitir uma reprise do Governo Collor, a segurança do nosso dinheiro é uma questão de perspectiva mediante a instabilidade política e econômica que atravessamos, pois é preciso reconhecer que a alta do dólar não só impacta, mais também afeta diretamente o mercado brasileiro.
Se por um lado o dinheiro está seguro pela incapacidade do Estado de o confiscar, por outro lado não está seguro em relação a desvalorização constante que o real vem sofrendo.
O cenário caótico que vivemos, seja no campo político ou econômico, é um convite a reflexão para nos preocuparmos cada vez mais em ter responsabilidade financeira, isso inclui buscar a maneira correta para investir o nosso dinheiro a fim de que este não desvalorize ou se isso ocorrer, que seja o menos possível.
Comenta aqui embaixo qual a sua opinião sobre esse tema e se você sabia destas informações.