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Um negócio não é feito apenas de números. Mas nenhuma decisão empresarial responsável pode ignorá-los.É justamente nesse...
13/08/2026

Um negócio não é feito apenas de números. Mas nenhuma decisão empresarial responsável pode ignorá-los.

É justamente nesse encontro entre dados e comportamento que Larisse vem aprofundando seu trabalho: entender o que os números mostram e, principalmente, o que acontece quando essa informação chega às mãos de quem precisa decidir.

Em seu novo artigo, Lari parte de uma reflexão que todo empreendedor, em algum momento, precisa fazer: se o nosso propósito muda ao longo da vida, o que acontece com o negócio que construímos?

Porque se reinventar não signif**a abandonar o que deu certo. Signif**a entender o que ainda faz sentido, o que precisa mudar e como conduzir esse movimento com estratégia, planejamento e responsabilidade financeira.

Leia o artigo completo e responda para você mesmo: o seu negócio acompanha o empreendedor que você se tornou?

Meu CNPJ vai mudar?Vai surgir uma taxa nova?Preciso fazer alguma atualização na Receita?Para as empresas que já existem,...
06/08/2026

Meu CNPJ vai mudar?
Vai surgir uma taxa nova?
Preciso fazer alguma atualização na Receita?

Para as empresas que já existem, a resposta é não. Os CNPJs atuais continuam válidos e não precisam ser substituídos. Também não foi criada uma nova taxa por causa dessa mudança. O novo formato começou a ser utilizado em 31 de julho de 2026, quando a Receita Federal emitiu o primeiro CNPJ alfanumérico do país. Mas quase ninguém fez a pergunta que realmente importa para a operação:

Meu sistema consegue trabalhar com um CNPJ que tenha letras?

O seu número pode continuar exatamente igual. Mas um novo cliente, fornecedor, parceiro ou estabelecimento já pode chegar com um CNPJ alfanumérico.

E, se o seu ERP, sistema de faturamento, emissor fiscal, cadastro de clientes ou alguma integração estiver programada para aceitar apenas números, você poderá ter problemas para cadastrar, validar ou processar essa informação. A própria Receita orienta que empresas revisem seus sistemas, bases de dados e regras de validação.

Então, antes de entrar em pânico com boatos, faça um teste simples: verifique com o fornecedor do seu sistema se ele já aceita CNPJs com letras. Seu CNPJ não precisa mudar para que a sua empresa seja afetada.

A pior pergunta sobre a Reforma Tributária não é “quanto vou pagar?”.É: “quem vai resolver isso para mim?”Nenhuma empres...
30/07/2026

A pior pergunta sobre a Reforma Tributária não é “quanto vou pagar?”.

É: “quem vai resolver isso para mim?”

Nenhuma empresa atravessa uma mudança desse tamanho terceirizando completamente o entendimento do que está acontecendo.

Estamos acompanhando os módulos oficiais publicados pela Receita Federal e, nas próximas semanas, vamos compartilhar alguns dos aprendizados que mais impactam a rotina das empresas: por que organização passou a ser uma questão tributária, como a classif**ação de produtos e serviços ganha um novo papel no sistema e por que o contador deixa de ser apenas quem calcula impostos para atuar cada vez mais como parceiro estratégico do negócio.

Se a manchete fez você pensar que toda pessoa física vai precisar tirar um CNPJ, ela já cumpriu um papel perigoso: fazer...
24/07/2026

Se a manchete fez você pensar que toda pessoa física vai precisar tirar um CNPJ, ela já cumpriu um papel perigoso: fazer você se preocupar antes de entender se a regra é para você.

A Receita Federal prorrogou para 1º de janeiro de 2027 a obrigatoriedade de inscrição no CNPJ e de emissão de documentos fiscais para pessoas físicas que forem contribuintes da CBS, dentro da Reforma Tributária. O detalhe é que muita gente leu apenas “pessoas físicas” e parou por aí.

Na prática, o decreto não criou uma obrigação geral para todos os brasileiros. Ele alterou o cronograma de uma exigência que alcança situações específ**as previstas na regulamentação da CBS e deu mais tempo para que contribuintes, Fisco e sistemas se adaptem às novas regras. Até o fim de 2026, permanecem válidos os mecanismos atuais de identif**ação fiscal.

Esse tipo de notícia costuma provocar um comportamento que vejo com frequência: empresários começam a discutir mudanças, reorganizar processos e até criar preocupações antes mesmo de verif**ar...

Nem tudo que chega ao seu e-mail sobre o MEI é golpe. Mas isso não signif**a que você precise clicar.Nos últimos dias, m...
15/07/2026

Nem tudo que chega ao seu e-mail sobre o MEI é golpe. Mas isso não signif**a que você precise clicar.

Nos últimos dias, muitos MEIs receberam mensagens informando sobre uma “consulta gratuita” da DASN em aberto. O e-mail não pede pagamento, não solicita dados bancários e, em muitos casos, nem contém links maliciosos. Ou seja: não estamos falando, necessariamente, de um golpe tradicional.

O problema é outro. Essas mensagens costumam usar linguagem de urgência e termos que lembram comunicações oficiais para despertar uma sensação de preocupação. Depois, direcionam o empreendedor para plataformas privadas que oferecem consultas ou serviços que, muitas vezes, já podem ser acessados gratuitamente pelos canais oficiais.

Antes de clicar, vale fazer uma pergunta simples: eu realmente preciso desse intermediário?

No caso do MEI, as principais informações podem ser consultadas diretamente nos canais do governo, como o Portal do Simples Nacional, o Portal do Empreendedor, o e-CAC da Receita Federal e o aplicativo oficial MEI. São esses os ambientes que devem servir como primeira referência quando surgir qualquer dúvida sobre declarações, débitos ou obrigações fiscais.

O empreendedor já lida diariamente com prazos, mudanças na legislação e uma rotina cheia de decisões. Não faz sentido gastar tempo tentando descobrir se um e-mail é verdadeiro, se um serviço é indispensável ou se existe algum problema escondido.

Na dúvida, faça o caminho mais curto: consulte os canais oficiais ou converse com o seu contador de confiança.

Jogo do Brasil e a Copa tem um efeito curioso sobre nós. Ele desperta emoção, cria expectativa e faz a gente acreditar q...
19/06/2026

Jogo do Brasil e a Copa tem um efeito curioso sobre nós. Ele desperta emoção, cria expectativa e faz a gente acreditar que a próxima figurinha pode ser justamente a que falta para completar o álbum. Muitas vezes, essa sensação já é suficiente para gastar mais do que o planejado.

No ambiente empresarial, o comportamento não é tão diferente. A reforma tributária está avançando, novas oportunidades aparecem para MEIs e pequenos negócios todos os dias, e muita gente já está investindo em sistemas, IA, expansão ou novas operações sem ter clareza do retorno esperado. O entusiasmo com o que pode acontecer acaba chegando antes das contas.

Quem já completou um álbum sabe que não era a quantidade de pacotinhos que determinava o resultado, mas a estratégia. Com a empresa acontece a mesma coisa. Antes de investir, expandir ou aproveitar uma oportunidade, vale uma pergunta simples: essa decisão está apoiada em números, margem e planejamento ou apenas na expectativa de encontrar a figurinha que falta?

Quando o calendário f**a cheio de oportunidades, muitos empresários param de calcular e começam a reagir.Em um único mês...
03/06/2026

Quando o calendário f**a cheio de oportunidades, muitos empresários param de calcular e começam a reagir.

Em um único mês, a empresa se vê diante da Copa, das festas juninas, do Dia dos Namorados e de pautas que mobilizam a atenção pública. O ambiente cria a sensação de que o risco está em f**ar de fora. Mas, para a maioria dos negócios, o maior prejuízo não nasce da oportunidade perdida. Nasce da oportunidade aceita sem critério.

Toda ação parece pequena quando analisada isoladamente. Uma campanha aqui, um patrocínio ali, uma promoção em determinada data. O problema aparece quando essas decisões começam a disputar o mesmo orçamento, a mesma equipe e a mesma atenção da liderança. Nesse momento, o que parecia crescimento muitas vezes é apenas dispersão com aparência de movimento.

Empresas maduras entendem que estratégia não é decidir onde estar. É decidir o que merece renúncia. Porque, quando tudo parece prioridade, o caixa vira o árbitro daquilo que a gestão não teve coragem de escolher.

A sua empresa está investindo em oportunidades ou pagando o custo de não ter critérios?

Hoje cedo, um cliente chegou apavorado porque recebeu um e-mail dizendo que o MEI dele poderia ser bloqueado por falta d...
06/05/2026

Hoje cedo, um cliente chegou apavorado porque recebeu um e-mail dizendo que o MEI dele poderia ser bloqueado por falta de regularização.

O ponto é que ele ainda não tinha entregue a declaração anual e, por isso, acreditou que aquilo fazia sentido. E é exatamente assim que esse tipo de golpe funciona.

Essas mensagens usam termos técnicos, falam em “bloqueio automático”, “monitoramento fiscal” e criam um senso de urgência para que a pessoa tome uma decisão rápida, sem verif**ar a origem.

Mas é importante entender: a Receita Federal não envia esse tipo de cobrança por e-mail com ameaça direta de bloqueio.

As comunicações oficiais acontecem por canais como o Portal e-CAC ou o Domicílio Tributário Eletrônico. Quando existe alguma pendência, ela é informada de forma clara, sem esse tom de urgência.

No caso do MEI, a principal obrigação anual é a DASN-SIMEI, que normalmente deve ser entregue até 31 de maio. Se não for enviada, o CNPJ não é bloqueado automaticamente.

O que pode acontecer é: a declaração em atraso pode gerar multa e débitos. E, apenas em situações mais prolongadas, pode haver restrições no CNPJ.

Antes de qualquer pagamento ou ação, valide a informação nos canais oficiais ou conosco aqui.

Feriado pede descanso, leveza e até um meme para rir um pouco.Mas na hora de declarar, não dá para brincar: a Receita ju...
30/04/2026

Feriado pede descanso, leveza e até um meme para rir um pouco.

Mas na hora de declarar, não dá para brincar: a Receita junta as peças rapidinho e é na contradição que o problema aparece. Cuide-se!

Todo ano, no mesmo período, a cena se repete com pequenas variações. A restituição chega e, antes mesmo de cair na conta...
27/04/2026

Todo ano, no mesmo período, a cena se repete com pequenas variações. A restituição chega e, antes mesmo de cair na conta, já está comprometida com algo que não existia como necessidade até então. Uma viagem improvisada, um eletrônico trocado antes da hora, um alívio rápido que parece justificável porque veio “de fora”.

O ponto não está na restituição em si, nem no valor recebido. Está na forma como ela é interpretada. Quando esse dinheiro é tratado como ganho inesperado, ele escapa de qualquer critério que normalmente orientaria uma decisão financeira mais cuidadosa. Ele não passa por comparação, não enfrenta prioridade, não disputa espaço com o que já estava pendente. Ele simplesmente entra como exceção e, por isso, autoriza escolhas que não seriam feitas com o próprio salário.

O risco não é o gasto pontual. É o padrão silencioso que se forma. Ao classif**ar a restituição como dinheiro extra, você cria uma categoria paralela onde não há responsabilidade real, apenas justif**ativa emocional. E isso vai, aos poucos, enfraquecendo a relação com o próprio dinheiro, porque deixa de existir uma lógica única para decidir.

No fim, não é sobre o quanto você recebe de volta, mas sobre o tipo de decisão que esse retorno permite que você tome sem questionar.

Quando você olha para a restituição como algo separado da sua própria renda, o que exatamente você está tentando não encarar dentro da sua forma habitual de gastar?

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