Administradora, docente do ensino superior, discente em direito. Com o pseudônimo de D’Ilemar Monteiro, têm publicado dois textos na antologia de segmento literário afro-descendente: Caderno Negro 26 do Quilombhoje Literatura – 2003. Com os títulos: Realização; e Dialogo, 2015 Cadernos Negros 38 conto Eu, criança amor, 2017 Cadernos Negros 42 Mariana foi embora. Foi militante do movimento negro em
São Paulo, em 1982/1992 quando realizou trabalhos organizacionais para associações, de literatura, religiosas, esportiva, e de dança, usando do seu conhecimento para alavancar projetos junto as suas comunidades, levando beneficiamento a estas associações com o intuito de atingir o resultado almejado, o crescimento empresarial e a permanência no seu segmento e trabalho social na sociedade brasileira.
2000-2007, Foi um período de forte vivencia profissional e cultural no Estado da Bahia na cidade de Itamaraju, com a tradição afro-descendente na pratica da capoeira nas ruas, nas praias e nas praças, graduando como a 1ª mulher cordão amarelo na cidade de Itamaraju do Grupo Esporão Capoeira, de expressão estadual e internacional. Era a aluna mais velha, e a sua idade não interferiu o seu desempenho nas aulas e sua realização como integrante do grupo. Foi professora e aluna na faculdade local o CESESB/FACISA, na cidade de Itamaraju Bahia, para alunos no curso de Bacharelado de Administração de Empresas, nas áreas de contabilidade de custos, contabilidade introdutória e administração financeira. Primeiro formou-se em Contabilidade e viu a necessidade em completar seus estudos partindo então para sua segunda faculdade de Administração na Faculdade Metropolitana Unidas, motivada pela função que exercia de gerenciamento de uma empresa de Agropecuária e Reflorestamento situada em Mato Grosso do Sul, trabalhando lá por 18 anos onde se aposentou, participava de reunião onde apenas era a única mulher e negra a nível superior. Aposentou depois de 30 anos de trabalho e não satisfeita aceitou o convite de prestar Consultoria em uma empresa de Cerâmica Vermelha no Estado da Bahia, e para lá partiu deixando sua família incrédula com a sua atitude por ser muito reservada e muito família, não conhecia absolutamente ninguém no local, porem o seu trabalho na empresa repercutiu de forma altamente favorável dentro da fabrica, nos órgãos públicos, e na cidade, ficou nesta empresa por 7 anos quando retornou para São Paulo sua cidade Natal. Hoje além de prestar consultoria a empresa também auxilia aos seus filhos de santo, no Ilê Telhado Branco no seu melhor desempenho na sociedade, Ilê fundado em 1992, onde dividi o seu tempo profissional com a sua missão de Yalaorixa.