Femininsper - Coletivo Feminista

Femininsper - Coletivo Feminista Nosso objetivo é inserir na comunidade Insper a cultura do feminismo para que acreditem e entendam Acreditamos na equidade de gêneros. Como faremos isso?

Sim, equidade, e não igualdade. Isso porque cada gênero tem as suas características e jamais gostaríamos que para ter os mesmos direitos, um gênero tivesse que ser mais como o outro não é mesmo? A equidade sugere que a mulher, com todas as suas características e particularidades, consiga ter os mesmos direitos que um homem. Através de rodas de conversa, debates com convidados especiais, disponibil

ização de conteúdos interessantes e muita desconstrução de conceitos para disseminar a cultura feminista, fazendo a nossa parte para causar um impacto positivo na comunidade Insper. Nosso sonho é ter uma sociedade cheia de mulheres empoderadas e unidas, que consigam conquistar tudo o que quiserem, ir aonde quiserem, do jeito que quiserem e na hora que quiserem, sem serem interceptadas por barreiras retrogradas, que não cabem mais ao mundo atual. Se você estiver com a gente, siga nossa página!

O que é o feminismo?    Feminismo. Ou você ama ou você odeia. Talvez essa seja a palavra mais temida ou adorada do sécul...
01/05/2021

O que é o feminismo?
Feminismo. Ou você ama ou você odeia. Talvez essa seja a palavra mais temida ou adorada do século. Os que adoram, provavelmente se identificam com a liberdade e clamam por justiça. Os que a temem, provavelmente não conhecem sua história e nem seus objetivos a partir daqui, ou, simplesmente, não querem desconstruir a violência do patriarcado porque, de alguma forma, se beneficiam com ela.
A partir de 1791, quando Olympe De Gouges publicou a obra: “A Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã” em resposta à onda revolucionária que circulava na Europa devido a Revolução Francesa, começou um movimento de mulheres unidas para lutarem pelos seus diretos. Mesmo que as ideias de De Gouges acabaram sendo refutadas e ela guilhotinada, sua obra fora um marco histórico na luta das mulheres pela equidade. Esse movimento ficou conhecido como feminismo.
Depois de De Gouges, no final do século XIX, houve o movimento sufragista, que reivindicava o direito ao voto e participação feminina na política. Lutamos pela independência financeira, o que foi possível no pós-segunda guerra; lutamos pelo direito de aparição em público sem a companhia de um homem e conseguimos que o estupro e a violência doméstica fossem criminalizados. Não podemos esquecer da enorme revolução sexual da década de 70, em que as mulheres começaram a ter independência sob seus corpos e a virgindade deixou de ser algo essencial para determinar o caráter feminino.
Na década de 90, a pornografia e o padrão de beleza quase anoréxico surgiu para limitar a liberdade das mulheres sob seus corpos. Essa luta, embora tenha adquirido muita consciência e abertura social, persiste até hoje.
O feminismo trouxe resistência, força e união entre mulheres diversas.
Porém, muitas ainda sofrem violência física e psicológica. Muitas são discriminadas pelo fato de serem mulheres. O feminicídio, os salários desiguais em empresas renomadas, a responsabildade materna, o casamento como fator limitante e o assédio persiste na nossa sociedade. Bom, ainda há muito a caminhar e o feminismo é o fator principal a nos acompanhar na nossa jornada rumo à equidade. Feminismo é liberdade e direito de escolha.

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Ser mulher é ser força, suporte, garra e determinação. Por isso que, no dia de hoje, homenageamos juntamente com o .insp...
09/03/2021

Ser mulher é ser força, suporte, garra e determinação. Por isso que, no dia de hoje, homenageamos juntamente com o .insper Brenda Howard.
Brenda Howard, nascida em Nova York, foi uma ativista voltada para a causa LGBTQ+ que ficou conhecida como a “Mãe do Orgulho”. Esse nome foi dado pelo reconhecimento ao seu trabalho coordenando a primeira marcha do orgulho Gay de 1970, logo após a Revolta de Stonewall. Muito mais do que isso, ela originou a ideia de uma série de eventos que ocorreram na semana da marcha, a qual se tornou a gênese das celebrações anuais do Orgulho LGBTQ+ que agora é celebrada em todo o mundo no mês de Junho.
Além disso, Howard foi um membro ativo na Frente de Libertação Gay e, por vários anos, presidente do Gabinete de Falantes da Aliança de Ativistas G**s. Atuando ativamente na coalizão pelos direitos dos G**s e Lésbicas, Brenda ajudou a orientar a lei dos direitos dos homossexuais de Nova York através do Conselho da cidade em 1986.
Brenda morreu de câncer de cólon em 28 de junho de 2005, porém deixa um grande legado na história da representatividade e luta da comunidade LGBTQ+ mundo afora.

09/03/2021

8 de março, é o nosso dia. Dia de muito amor, esperança, união e também de muita luta. Nos dias atuais, o discurso da equidade de gênero parece mais óbvia, porém, vale ressaltar que a sociedade só começou a pensar em direitos das mulheres com a Revolução Francesa, em que as ideias liberais espalharam-se pela europa, mas não incluíam as mulheres no novo projeto de governo.
Assim, as mulheres foram para as ruas pela primeira vez com uma pauta feminista e o movimento alarmou-se no final do século XIX, com as péssimas condições de trabalho causadas pela Revolução Industrial.
Em 1911, houve o incêndio de uma fábrica em Nova York, o qual matou 129 mulheres. O “acidente” ocorreu em resposta à luta feminina de igualdade salarial e contra as longas jornadas de trabalho, direitos esses que os homens já teriam começado a adquirir.A partir daí, houveram inúmeras revoltas feministas com o objetivo de integração das mulheres na sociedade.
A segunda Guerra fez com que as mulheres finalmente ingressassem no mercado de trabalho e administrassem o dinheiro da casa, já que os homens estavam em guerra. Em 1921 o dia da mulher foi celebrado em vários lugares do globo.
Porém, somente em 1975, influenciada pelo movimento hippie e pela onda liberal e radical de jovens revolucionários que dominavam os Estados Unidos, além das ideias de liberdade sexual e intensificação do movimento feminista, a ONU oficializou o dia 8 de março como dia internacional das mulheres.

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24/01/2020

Para você, futura líder do mundo, a BCG tem uma oportunidade imperdível de vivenciar um evento exclusivo para mulheres, com as principais líderes do BCG global.

De 14 a 16 de Maio acontece o Aspire em Barcelona, evento com workshops, painéis e palestras para mulheres que queiram causar impacto!

Inscreva-se, todas as despesas da viagem pagar pelo BCG!

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11/10/2019

Você, mulher, tem interesse em conhecer melhor a carreira em consultoria estratégica?
O “She, Consultant – Consultoria também é para elas” é um programa desenvolvido pela Deloitte para promover e desmistificar esta carreira para graduandas e aproximá-las à realidade da área.
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São Paulo, SP

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