ARM Assessoria Empresarial e Marketing

ARM Assessoria Empresarial e Marketing A ARM Assessoria Empresarial e Marketing presta assessoria nos segmentos de Finanças, Gestão Empresarial, Marketing e Planejamento Financeiro Pessoal.

Atende pequenas, médias e grandes empresas e pessoas físicas em todo o Brasil. A ARM Assessoria Empresarial e Marketing é uma empresa fundada em 01/10/2014. O seu Fundador é Bacharel em Ciências Contábeis, com Pós-Graduação em Marketing e atua na área financeira desde 1975. Tem grande experiência nos segmentos de serviços e industrial. Tanto a Empresa como o seu Fundador encontram-se devidamente r

egistrados no CRC/SP – Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo. A Equipe da ARM é formada por profissionais com longa experiência em gestão empresarial, finanças e marketing e a metodologia de trabalho empregada pela empresa consiste em identificar claramente as necessidades do cliente, gerando um briefing da situação. A partir desse briefing a ARM desenvolve uma solução que propicie ao cliente os melhores resultados, atendendo suas necessidades e expectativas.

Sua empresa pode crescer mais com planejamento, gestão e estratégia! A ARM Assessoria Empresarial e Marketing ajuda empr...
25/08/2026

Sua empresa pode crescer mais com planejamento, gestão e estratégia!
A ARM Assessoria Empresarial e Marketing ajuda empresas e pessoas físicas a transformar desafios em oportunidades.
- Finanças e Gestão Empresarial
- Planejamento Financeiro Pessoal
- Marketing e Planejamento Comercial
- Estratégia para crescimento e melhores resultados
Com atuação desde 2014 e uma abordagem personalizada, desenvolvemos soluções de acordo com as necessidades de cada cliente.
ARM Assessoria — Inteligência em Gestão, Finanças e Marketing.
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Organize suas finanças. Melhore sua gestão. Venda mais. Cresça com estratégia!

25/08/2026
É com grande satisfação que compartilhamos uma conquista importante: nossa empresa alcançou a nota máxima de conformidad...
05/05/2026

É com grande satisfação que compartilhamos uma conquista importante: nossa empresa alcançou a nota máxima de conformidade tributária junto à Receita Federal, conquistando a classificação “A+” no Programa Sintonia — o Programa de Estímulo à Conformidade Tributária.
Esse reconhecimento reflete nosso compromisso contínuo com a transparência, a responsabilidade e a excelência na gestão fiscal, pilares essenciais para construir relações sólidas e de confiança.
Mais do que celebrar, queremos inspirar: estamos prontos para apoiar sua empresa na busca por esse mesmo nível de excelência. Conte conosco para trilhar esse caminho e alcançar também a classificação máxima.
Seguimos juntos, com integridade e foco no futuro.
ARM Assessoria Empresarial e Marketing
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Noite de autógrafo do Professor José Luiz Tejon Megido que lançou a décima edição do excelente livro Guerreiros Não Nasc...
30/04/2026

Noite de autógrafo do Professor José Luiz Tejon Megido que lançou a décima edição do excelente livro Guerreiros Não Nascem Prontos.

Hoje é um dia especial.Estaremos presentes no lançamento da décima edição do livro Guerreiros Não Nascem Prontos, do Pro...
29/04/2026

Hoje é um dia especial.
Estaremos presentes no lançamento da décima edição do livro Guerreiros Não Nascem Prontos, do Professor e amigo José Luiz Tejon Megido.

A Páscoa é um tempo especial de renovação e reflexão, no qual celebramos a ressurreição de Jesus Cristo que é o verdadei...
31/03/2026

A Páscoa é um tempo especial de renovação e reflexão, no qual celebramos a ressurreição de Jesus Cristo que é o verdadeiro significado desta data tão importante. É um momento de fortalecer os laços de amor, fraternidade, esperança e união entre todos nós.
Que, nesta Páscoa, possamos lembrar que Deus é puro amor e que Sua presença se faz constante em nossas vidas. Que a fé e a gratidão preencham nossos corações, trazendo paz, serenidade e luz para cada dia.
A ARM Assessoria Empresarial e Marketing deseja a todos uma Páscoa abençoada, repleta de saúde e momentos felizes ao lado de suas famílias. Que possamos compartilhar alegria, harmonia e renovar nossas esperanças.
Que esta Páscoa seja, para todos nós, um verdadeiro símbolo de renovação e esperança.
Feliz Páscoa!!!

Quem é obrigado a declarar o Imposto de Renda em 2026?O prazo para enviar a Declaração de Imposto de Renda 2026 vai de 2...
23/03/2026

Quem é obrigado a declarar o Imposto de Renda em 2026?
O prazo para enviar a Declaração de Imposto de Renda 2026 vai de 23 de março a 29 de maio.
• quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584,00 no ano passado;
• contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;
• quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;
• quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;
• quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920,00 em atividade rural;
• quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;
• quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;
• quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;
• quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior;
• quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2025 (Lei nº 14.973/2024);
• quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;
• deseja atualizar bens no exterior;
• quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.
Caso necessitem de assessoria vocês podem contar conosco, pois atendemos pessoas de todo o Brasil.
ARM Assessoria Empresarial
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Celular no trabalhoO que é permitido e quando o uso pode gerar demissão?Mais do que um telefone, o celular hoje se torno...
19/02/2026

Celular no trabalho
O que é permitido e quando o uso pode gerar demissão?

Mais do que um telefone, o celular hoje se tornou uma ferramenta de trabalho em muitas profissões. Por outro lado, o uso pessoal durante o expediente continua sendo uma zona cinzenta tanto para empregados como para empresas. Afinal, o trabalhador pode usar o aparelho quando quiser? O empregador pode proibir? E em que casos o uso indevido pode gerar punição ou até demissão?

O InfoMoney ouviu especialistas em direito do trabalho para explicar como a lei vê seu uso. Todos são unânimes em dizer que a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) não possui regra específica sobre o uso de celular no ambiente profissional. Isso, porém, não significa ausência de limites. Na prática, as regras são definidas por contratos, regulamentos internos e normas de segurança da empresa.

O trabalhador pode usar quando quiser?

O ponto central apontado por especialistas é o equilíbrio entre produtividade, segurança e direitos fundamentais do trabalhador. Segundo Claudio Leite, advogado trabalhista do Arruda Alvim & Thereza Alvim Advocacia, a empresa pode restringir o uso do celular com base no chamado poder diretivo. “O empregador detém a faculdade de organizar e fiscalizar a prestação dos serviços, desde que a medida seja razoável e aplicada de forma isonômica”, afirma.

Empresa pode proibir o uso?

Pode. A restrição é considerada legítima quando é clara, previamente comunicada e aplicada a todos de forma igual. Regulamentos internos, contratos e códigos de conduta têm validade jurídica para estabelecer essas regras.
O advogado Rodrigo Camargo, sócio e Gestor Jurídico Trabalhista e Previdenciário do Tahech Advogados, explica que a jurisprudência trabalhista reconhece esse poder quando a finalidade é preservar produtividade e segurança. “O equilíbrio entre interesses do empregador e direitos fundamentais do empregado é essencial”, diz.

Já em atividades de risco as regras podem ser mais rígidas. Em funções que envolvem máquinas, veículos ou risco acentuado, a restrição tende a ser mais severa. A CLT impõe ao trabalhador o dever de cumprir normas de segurança e usar o celular ao dirigir ou operar máquinas pode ser enquadrado como ato de indisciplina.

O advogado Anthony Braga, da área trabalhista do Lassori Advogados, afirma que nesses casos o uso do celular deixa de ser apenas questão de produtividade e passa a envolver diretamente a segurança. “O uso indiscriminado do celular no ambiente de trabalho tem se tornado um desafio crescente para as empresas, especialmente quando interfere na produtividade. Em muitas atividades, inclusive, o uso do aparelho é praticamente indispensável, mas em outras, expressamente proibido. Mas durante a jornada de trabalho, o empregador não é obrigado a tolerar o uso do celular para fins estritamente pessoais”, explica.

Eugenio Romita Filho, do escritório Juveniz Jr Rolim e Ferraz Advogados, destaca que tribunais já validaram demissões por justa causa em situações de risco. “A gravidade da conduta pode dispensar advertências prévias quando há perigo iminente”, explica.

A empresa pode fiscalizar?

Pode fiscalizar o comportamento, mas não o conteúdo do aparelho, como explica a advogada Giovanna Ferreira Moreira da Silva, da Innocenti Advogados. “O empregador pode coibir o uso em locais proibidos, mas não acessar mensagens ou aplicativos. Isso violaria direitos fundamentais à intimidade e ao sigilo das comunicações”, afirma a especialista, acrescentando que fiscalização abusiva pode gerar ação trabalhista.

Pode recolher o celular?

Pode ser exigido que o aparelho seja guardado em armário durante a jornada, sobretudo por segurança. Já o recolhimento direto deve ser excepcional e previsto em norma interna.

Segundo o advogado Taunai Moreira, sócio do Bruno Boris Advogados, a empresa pode sim impor limites, mas precisa agir com razoabilidade e proporcionalidade, sem ferir dignidade e privacidade. “O limite do empregador é não exagerar: proibição sem motivo e ‘fiscalização’ do conteúdo do aparelho podem gerar questionamento”, diz.

Quando vira punição?

O descumprimento das regras pode levar a advertência ou suspensão. A justa causa ocorre em situações mais graves, segundo os especialistas.

Rodrigo Camargo explica que o uso reiterado do celular em desacordo com normas internas pode ser enquadrado como indisciplina. Em atividades de risco, a exposição a perigo pode justificar demissão imediata. “A jurisprudência entende que a justa causa não decorre do celular em si, mas da quebra de confiança e do desrespeito às regras de segurança.”

Por outro lado, o celular pode ser usado em pausas do trabalho. Claudio Leite afirma que é razoável permitir o uso em intervalos, desde que não prejudique o serviço. “A Justiça do Trabalho costuma valorizar o bom senso”, diz.

Os especialistas afirmam que regras escritas, claras e divulgadas com clareza evitam conflitos e até futuros litígios. Por outro lado, políticas mal formuladas ou aplicadas de forma desigual abrem espaço para questionamentos judiciais.

Fonte: InfoMoney – Anna França.

15/01/2026

Tendências que vão redefinir o mundo do trabalho em 2026
Especialistas apontam transformações nos modelos de gestão, RH e habilidades demandadas
Quando se fala em futuro do trabalho, a inteligência artificial costuma dominar o debate. A tecnologia já está transformando a forma como profissionais atuam e fazendo empresas repensarem o próprio significado do trabalho. Mas, embora a IA seja o motor mais visível dessa mudança, está longe de ser o único.
A maioria dos especialistas vê a alfabetização tecnológica como competência central nas previsões para 2026, acompanhada de uma fluência cada vez maior na colaboração entre humanos e sistemas de IA. Ainda assim, é consenso que as transformações mais profundas vão além da tecnologia, apesar de muitas vezes serem consequência desses avanços.
Especialistas apontam outras tendências que devem redefinir a dinâmica do mercado de trabalho ao longo de 2026. De novas formas de liderar pessoas a mudanças estruturais na contratação e no papel do RH, cinco temas se destacam.
Tendências de trabalho para 2026: power skills e humanidade estarão no centro da transformação
O futuro do trabalho pertencerá a quem conseguir equilibrar tecnologia com habilidades essencialmente humanas. Para Jen Paterno, cientista comportamental sênior da CoachHub, plataforma digital de coaching corporativo, o termo “soft skills” já não dá conta dessa realidade. “Esse termo minimiza o impacto de competências essenciais”, afirma.
À medida que a IA assume tarefas técnicas, ganham protagonismo habilidades que especialistas do setor passaram a chamar de “power skills“: inteligência emocional, criatividade, resiliência, curiosidade e influência social. “Essas competências são a base da liderança em um mundo moldado pela automação.”
Segundo a especialista, organizações que investirem no desenvolvimento dessas competências por meio de coaching, feedback contínuo e aprendizado não apenas acompanharão as mudanças, mas sairão na frente.
A mesma expectativa aparece entre os profissionais mais jovens. Holger Reisinger, vice-presidente sênior da Jabra, empresa global de tecnologia especializada em soluções de áudio e comunicação, observa que a Geração Z atribui às habilidades humanas o mesmo peso das técnicas. “Criados em um ambiente digital, eles entendem que, embora a IA replique conhecimento, não substitui conexão”, diz.
No processo de contratação, esse diferencial tende a ficar ainda mais evidente. Para Heidi Barnett, líder de aquisição de talentos da isolved, plataforma tecnológica de gestão de capital humano, destacar-se em 2026 será menos sobre competir com algoritmos e mais sobre provar humanidade. “Com a IA inundando os processos seletivos, os candidatos que se sobressaem são aqueles capazes de demonstrar impacto real, contar sua história com autenticidade e apresentar resultados concretos.”
Essa mudança de lógica também deve redefinir a lógica da produtividade. Cris Grossmann, CRO e diretor-geral da LumApps, plataforma de intranet corporativa, avalia que as empresas vão viver uma mudança de mentalidade: deixar de enxergar as pessoas como um custo a ser gerenciado e passar a empoderá-las. “Em vez de extrair mais dos profissionais, as empresas que terão sucesso serão aquelas capazes de liberar mais valor do próprio trabalho”, afirma. Para o executivo, tecnologias que fortalecem — e não substituem — funções da linha de frente serão decisivas nesse processo.
Avaliação e retenção de funcionários passarão por mudanças
Outro pilar em transformação é a forma como empresas avaliam desempenho. Para Audra Stanton, head de produto da Ninety.io, plataforma de gestão empresarial, os modelos tradicionais ficaram para trás. “As avaliações anuais de desempenho são falhas.” A tendência, segundo ela, é que sejam substituídas por ciclos contínuos de feedback integrados a plataformas digitais.
Nesse novo formato, a IA terá papel central. Ao monitorar reuniões, identificar padrões de comunicação e sinalizar potenciais conflitos, sistemas inteligentes poderão alertar líderes em tempo real sobre a necessidade de feedback. “Deixa de ser um evento temido e passa a ser parte da rotina.”
A retenção, no entanto, não dependerá apenas de tecnologia. Tim Weerasiri, CFO da Ninety.io, ressalta que engajamento exige alinhamento de propósito. “Em 2026, gestores precisarão entender melhor para onde seus funcionários querem ir”, afirma. Segundo ele, oferecer projetos que extrapolem as atribuições formais do cargo será essencial para conectar crescimento individual e resultados do negócio. “Empresas que ignorarem esse movimento devem enfrentar taxas mais altas de rotatividade.”
O trabalho remoto será um benefício competitivo
Embora o trabalho híbrido siga presente, o retorno ao presencial continua ganhando força. De acordo com uma pesquisa da Owl Labs, empresa de tecnologia especializada em soluções de videoconferência, 34% dos profissionais em modelo híbrido já vão ao escritório quatro dias por semana, um salto em relação aos 23% registrados em 2023. A tendência, conhecida como “hybrid creep”, indica uma redução gradual da flexibilidade.
Frank Weishaupt, CEO da Owl Labs, explica que esse movimento força as empresas a repensarem seus espaços físicos. Escritórios passam a ser redesenhados para favorecer colaboração, com mais salas de reunião informais e tecnologia adequada para integrar equipes presenciais e remotas. “Produtividade depende de colaboração eficaz, e as empresas estão investindo para viabilizá-la.”
Com isso, o trabalho remoto tende a se tornar um diferencial, e não mais a regra. Para Kara Ayers, vice-presidente sênior de aquisição global de talentos da Xplor Technologies, empresa global de software, a flexibilidade será um benefício premium. “Arranjos flexíveis se consolidam como vantagem estratégica para atrair e reter talentos que valorizam autonomia e equilíbrio entre vida pessoal e profissional”, diz.
Desempenho e impacto mensurável redefinirão o papel do RH
Se antes o RH era avaliado por iniciativas, em 2026 ele será cobrado por impacto mensurável. Shane Hadlock, diretora de clientes e tecnologia da Paycom, empresa de tecnologia e gestão de capital humano, prevê que o foco estará na consolidação de sistemas e na adoção de arquiteturas tecnológicas integradas.
Para Ryan Starks, head de crescimento da Rising Team, companhia de tecnologia e consultoria de cultura organizacional, a pressão orçamentária será determinante. “Os CFOs vão analisar os orçamentos de RH como nunca antes, e cada real precisará se justificar”, afirma. Nesse contexto, soluções que não escalam e sistemas pouco adotados tendem a ser descartados.
Consultorias externas devem permanecer restritas ao nível executivo. No restante da organização, sistemas baseados em IA devem assumir funções antes delegadas a especialistas, replicando programas de desenvolvimento de liderança de forma contínua, acessível e em larga escala.
Segundo Starks, práticas burocráticas também perderão espaço. “O tempo gasto por gestores com formulários e coleta manual de informações tende a desaparecer.” O desempenho do RH passará a ser medido pela capacidade de devolver tempo às lideranças, permitindo foco em coaching, clareza e conexão.
A lógica “skills-first” reduzirá o peso do diploma
Para Ayers, da Xplor Technologies, 2026 marca um ponto de virada na relação entre formação acadêmica e empregabilidade. O aprendizado no trabalho ganha novo status, com bootcamps corporativos e programas internos de capacitação se tornando investimentos padrão. Nesse modelo, diplomas tradicionais perdem centralidade.
Chris Graham, vice-presidente executivo de força de trabalho e educação comunitária da National University, dos EUA, concorda que a contratação baseada em habilidades deve avançar. Ainda assim, ressalta que o diploma continuará influenciando a renda. “Pessoas com bacharelado ganham, em média, 68% a mais por semana do que aquelas com apenas o ensino médio”, afirma.
Segundo ele, profissionais sem diploma seguirão encontrando oportunidades, mas muitos optarão por cursar uma graduação em paralelo, como forma de ampliar o potencial de ganhos no longo prazo.
Fonte: Forbes Brasil - Bryan Robinson.

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