11/05/2026
O Brasil está passando pela maior reforma tributária dos últimos 50 anos — e a maioria das empresas ainda não entendeu o que muda na prática.
ICMS, ISS, P*S e COFINS vão ser extintos. No lugar, entram três novos tributos:
→ IBS — unif**a ICMS e ISS (estados e municípios)
→ CBS — substitui P*S e COFINS (União)
→ IS — Imposto Seletivo, aplicado só sobre produtos considerados nocivos (cigarro, bebida alcoólica, armas, etc.)
A lógica muda. O sistema de créditos muda. E o jeito que o imposto chega ao governo também muda.
Entenda o Split Payment:
Hoje, quando um cliente paga sua empresa, o valor cai inteiro na sua conta. Você retém a parte do imposto e recolhe ao governo no vencimento — enquanto isso, esse dinheiro pode estar no seu caixa.
Com o Split Payment, isso acaba.
No momento do pagamento — PIX, cartão de crédito, débito — o sistema retém automaticamente o valor do tributo e transfere direto para o governo. Sua empresa já recebe o valor líquido, sem passar pelo imposto.
Na prática isso signif**a:
• Fim do uso do imposto como capital de giro
• Necessidade de replanejar o fluxo de caixa
• Precif**ação precisa se tornar ainda mais estratégica
• Empresas com margem apertada vão sentir impacto imediato
E o calendário?
2026 e 2027 → te**es com alíquota reduzida em paralelo ao sistema atual
2028 a 2032 → redução gradual dos tributos antigos
2033 → extinção total de ICMS, ISS, P*S e COFINS
Sete anos parece muito tempo. Mas empresas que esperam os últimos anos para ajustar precif**ação, contratos e fluxo de caixa vão chegar tarde.
A preparação começa agora — com um diagnóstico do regime tributário atual, revisão de margens e entendimento de como os créditos do IBS e CBS vão funcionar para o seu setor.
Se você ainda não fez essa análise, fale com a Ethos. A gente acompanha cada etapa da transição com você.
📞 (48) 3263-6855