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01/09/2026

Quase tudo que te contaram sobre MEI está certo pela metade.

3 coisas que todo MEI precisa saber, e que podem fazer diferença no seu bolso.👇

1. “O lucro do MEI é livre de imposto.”

O MEI não pode simplesmente considerar que todo dinheiro que sobrou no caixa é lucro isento.

Existe uma parcela de lucro que pode ser considerada isenta com base nos percentuais previstos pela legislação. O que ultrapassar essa parcela pode ser tributável.

Uma contabilidade organizada pode comprovar o lucro efetivamente apurado, permitindo uma apuração mais adequada da parcela isenta.

Ou seja, não é só faturar, pagar o DAS e transferir todo o dinheiro para a sua conta pessoal.

2. Passou do limite do MEI? Não é simplesmente mudar de regime.

O limite anual do MEI é de R$ 81 mil, considerando a receita bruta.

Mas existem diferenças importantes dependendo de quanto você ultrapassou.

- Se o excesso for de até 20%, o desenquadramento ocorre a partir do ano seguinte, com o recolhimento dos valores correspondentes ao excesso.

- Se o excesso ultrapassar 20%, o desenquadramento pode produzir efeitos retroativos ao início do ano, gerando uma diferença tributária muito maior.

E atenção! O limite conta o quanto você fatura, não o quanto você lucra.

3. Você pode perder o MEI sem chegar perto dos R$ 81 mil.

Não é só o faturamento que importa.

Você pode ser desenquadrado se:

* Entrar como sócio ou administrador de outra empresa
* Exercer uma atividade que não é permitida ao MEI
* Ultrapassar as regras relacionadas à contratação de funcionários
* Em determinadas situações, ultrapassar o limite permitido para compras de mercadorias em relação às vendas.

Mesmo sem faturar nada, o MEI continua tendo obrigações. A declaração anual, por exemplo, precisa ser entregue mesmo quando não houve receita.

MEI é fácil de abrir.

Difícil é saber se você continua fazendo tudo certo depois que o negócio começa a crescer.

E é justamente aí que muita gente acaba pagando imposto que poderia evitar, acumulando obrigações ou descobrindo tarde demais que deveria ter saído do MEI.

Comente MEI e fale com a equipe da Exata para entender se

21/08/2026

Existe uma decisão chegando pra milhares de empresas.

Uma decisão que a maioria vai tomar no automático, sem entender, porque acha que não é com ela.

Só que é.

De um lado, você continua recebendo o valor cheio de cada venda, do jeito que sempre foi.

Do outro, o dinheiro chega na sua conta já sem uma parte, descontada antes mesmo de você encostar nela.

A diferença entre os dois lados não é sorte. É uma escolha. Com data pra ser feita.

E quem escolhe errado não descobre na hora. Descobre meses depois, quando o caixa aperta e já não dá pra voltar atrás.

A única forma de saber é olhando pra sua empresa.

Comenta SPLIT aqui embaixo que a gente descobre de que lado você está, com o seu caso na mesa.

10/08/2026

A Reforma Tributária não vai quebrar o seu negócio de uma vez. Ela começa pelos tipos de empresa que já estão errando sem saber.

Atenção: o item 8 é o mais comum de todos, e o mais fácil de ignorar até ser tarde.

Os 8 tipos de empresa que a Reforma vai deixar pra trás:

1. A que ainda deixa parte do faturamento fora da nota. No sistema novo, tudo é cruzado de forma automática, e o que antes passava despercebido passa a aparecer sozinho.

2. A que está no regime tributário errado e nem desconfia. Com as novas regras, um enquadramento mal feito deixa de ser detalhe e vira prejuízo todo mês.

3. A que não controla estoque nem classif**a o produto direito. No modelo de crédito, classif**ação errada é crédito perdido logo na entrada. Os novos campos da nota precisam estar impecáveis.

4. A que mistura o Pix pessoal com o dinheiro do CNPJ. O cruzamento entre pessoa física e empresa ficou automático, e a inconsistência aparece na malha.

5. A que não tem DRE (Demonstração do Resultado do Exercício) e não enxerga o próprio financeiro. Quem não sabe onde está o lucro não tem como reduzir imposto nem planejar o próximo passo.

6. A que não entendeu o novo jogo de débito e crédito. Quem compra do fornecedor certo e registra tudo paga menos. Quem não entende paga mais pelo mesmo.

7. A que só fala com o contador na hora de pagar a guia. A nova fase pede acompanhamento o ano inteiro, não uma vez por mês.

8. A que acha que Reforma é problema pra resolver depois. A preparação que protege o caixa acontece agora, com tempo de simular e corrigir. Quem deixa pra última hora descobre o custo quando ele já não tem mais volta.

Há mais de 30 anos a Exata Contabilidade prepara empresas pra mudanças como essa, em Venâncio Aires, Vera Cruz, Lajeado e Vale do Sol.

Comenta aqui embaixo qual dos 8 mais te assustou.

31/07/2026

Um doce tradicional de 85 anos não muda da noite pro dia.

O Sonho de Valsa deixou de ser bombom e virou wafer.

Por causa de que? Imposto.

Como bombom, pagava. Como wafer, parou de pagar. Mesma fábrica, mesmo doce, uma palavra trocada no papel.

Agora para e pensa no seu negócio...

Se uma multinacional economiza milhões trocando uma classif**ação, o que será que acontece quando essa classif**ação está errada contra você?

Porque é isso que acontece na maioria das empresas que vivem de estoque, e quase ninguém imagina.

Tem um código escondido em cada produto que você vende. Ele decide quanto de imposto aquele item paga.

E se ele estiver errado, você paga a mais.

Todo mês.

Sem alerta, sem multa, sem ninguém te avisar.

O pior não é nem quanto você paga a mais daqui pra frente.

É quanto você já pagou até aqui, sem saber.

Quer saber se o seu estoque tem dinheiro vazando e ainda conseguir recuperar os últimos 5 anos que você pagou a mais em impostos?

Comente “LUCRO” aqui em baixo que nós te chamamos.

24/07/2026

Imagina receber um Pix de R$ 1.000 e ver só R$ 720 caírem na conta da empresa.

Esse é o split payment, e ele é uma das mudanças mais pesadas da Reforma Tributária.

Como funciona hoje:

- O cliente paga R$ 1.000
- Os R$ 1.000 entram no seu caixa
- Você paga funcionário, fornecedor, aluguel, energia, repõe estoque
- No fim do mês, você recolhe o imposto

Com o split payment:

- O cliente paga R$ 1.000
- O imposto é separado automaticamente no momento da liquidação
- Ele vai direto pro governo
- A sua empresa recebe só o que sobrou

O imposto que você paga não aumenta. Ele já era devido antes.

O que muda é a hora que o dinheiro sai.

Aquele intervalo entre receber a venda e recolher o imposto sempre funcionou como capital de giro. Esse dinheiro f**ava no caixa e girava a operação por alguns dias ou algumas semanas antes de virar guia.

Esse intervalo acaba, suas contas não.

Tudo continua vencendo na mesma data de sempre, mas agora você terá menos dinheiro parado em conta.

A primeira fase, prevista para 2027, é restrita a operações entre empresas e de adesão facultativa, e começa por Pix, boleto e transferências.

Cartão e venda para consumidor final entram em fases seguintes, sem data oficial definida.

Empresas do Simples Nacional, que recolhem tudo pela guia única, entram nessa lógica de forma diferente, e parte dessa regra ainda está em regulamentação.

E tem um ponto técnico que muda a conta pra melhor: o modelo em desenvolvimento prevê abater os créditos de imposto que a empresa já acumulou nas compras, então o valor efetivamente retido tende a ser menor do que a alíquota cheia sugere.

Ou seja, a pergunta certa não é "quanto vão tirar de mim", e sim:

- Quanto do meu faturamento entra por Pix, boleto ou cartão
- Quanto das minhas compras gera crédito
- Quantos dias o meu caixa aguenta operar sem esse float

Há mais de 30 anos a Exata acompanha o caixa de empresas. Se ninguém sentou com você pra projetar como f**a o seu fluxo nesse novo modelo, manda uma mensagem pra gente.

08/07/2026

Você está no Simples Nacional e vende pra empresas? Você pode ser muito prejudicado.

O Simples Nacional não vai acabar.

O Simples Nacional não vai f**ar mais caro do dia para a noite.

O Simples Nacional não é mais, sozinho, garantia de que você está pagando menos.
O que muda é o jogo por trás da nota fiscal.
No novo sistema da Reforma Tributária, quando uma empresa compra de outra, ela ganha um crédito de imposto sobre essa compra. Esse crédito abate o que ela vai pagar depois. Quanto mais crédito o fornecedor passa, mais barato f**a para o cliente.

E aqui está o ponto que pouca gente comentou:
quem está no Simples gera menos crédito do que quem está em outro regime.
Na prática, a partir de 2027, comprar de um fornecedor do Simples pode sair mais caro para o cliente do que comprar de um concorrente fora do Simples.
Quando o cliente é empresa grande, ele faz essa conta.
E escolhe quem dá mais crédito.

Isso pesa para quem vende para outro CNPJ:
- Distribuidora
- Indústria
- Fornecedor de peças
- Material de construção que abastece construtora
- Atacado e revenda

E quase não pesa para quem vende direto ao consumidor final:
- Bar e restaurante
- Farmácia de balcão
- Comércio de varejo

O erro mais comum vai ser este:
“Se o Simples sempre foi bom pra mim, vai continuar sendo.”

A pergunta certa deixou de ser:
“Quanto eu pago de imposto?”

E passou a ser:
“O meu regime ainda me deixa competitivo na hora de fechar negócio?”

Atenção a um detalhe: parte dessas regras ainda está em regulamentação, e os prazos podem mudar ao longo da transição até 2033.
Por isso a saída não é trocar de regime no susto.

A saída é abrir os números da empresa e simular os dois cenários antes de decidir, porque sair do Simples sem conta feita pode custar mais caro do que f**ar.

Precisa de suporte contábil? Nos envie uma mensagem ou comenta SUPORTE aqui abaixo.

Exata Contabilidade - Venâncio Aires | Vera Cruz | Lajeado.

“Vitória do microempreendedor”, dizia o post oficial do governo.O que ele não dizia é que nada disso está valendo ainda....
02/07/2026

“Vitória do microempreendedor”, dizia o post oficial do governo.
O que ele não dizia é que nada disso está valendo ainda.

O governo enviou ao Congresso um projeto que aumenta o teto do MEI de R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027, chegando a R$ 140 mil em 2028, e ainda libera a contratação de um segundo funcionário.

No papel, é uma notícia que muita gente esperava, principalmente quem é MEI e vive apertado no limite atual.

Para virar regra, ainda precisa passar pela Câmara, pelo Senado e pela sanção presidencial. Enquanto esse caminho não termina, o teto que vale continua sendo R$ 81 mil por ano, exatamente como era antes.

Uma notícia comemorada cedo demais pode custar caro para quem confiou nela.

Antes de mexer no seu faturamento, separe o que já está valendo do que ainda é promessa. Projeto anunciado não é lei em vigor.

Se você é MEI e não sabe o quão perto está do teto que vale hoje, manda uma mensagem pra gente.

01/07/2026

O rico tem uma estrutura tributária organizada de um jeito que a maioria das pessoas nunca parou pra entender.

E quase tudo gira em torno de uma palavra: holding.

Na prática, uma holding é uma empresa criada pra ser dona dos bens da família. Em vez de ter a casa, o terreno e as cotas da empresa no seu nome de pessoa física, tudo isso f**a dentro de uma estrutura organizada.

O que isso muda:
- A transferência de imóveis pra holding pode ter isenção de ITBI, dependendo do caso
- A renda de aluguéis costuma ser tributada de forma mais leve dentro da holding do que na pessoa física
- Os bens deixam de passar por inventário, aquele processo que pode travar o patrimônio por anos e consumir uma parte dele em custas e impostos
- A sucessão para os filhos é definida em vida, com regras claras, sem briga de família

E tem a parte da empresa.
O empresário que se organiza costuma retirar dinheiro como distribuição de lucros, e não só como pró-labore.

Motivo simples: pró-labore carrega mais encargos que a distribuição de lucros na maioria das situações.

Some a isso o uso correto de incentivos fiscais, isenções e a reorganização da empresa, e você começa a entender por que dois negócios do mesmo tamanho pagam impostos tão diferentes.

Nada disso é ilegal.
É o oposto: é fazer o que a lei permite, do jeito que a lei permite, com planejamento.

O que separa quem paga a mais de quem paga o justo quase nunca é sorte. É informação e estrutura.

Mas holding também não é pra todo mundo. Depende do tamanho do seu patrimônio, do tipo de bem, do seu objetivo com a família e com a empresa. Montar sem análise pode custar mais caro do que resolver. Por isso a conta tem que ser feita antes, no seu caso específico.

Há mais de 30 anos a Exata estrutura planejamento patrimonial pra empresários. Se você nunca sentou pra entender se isso faz sentido pro seu patrimônio, talvez seja hora de uma segunda opinião.

25/06/2026

Você está no Simples Nacional e vende pra empresas? Você pode ser muito prejudicado.

O Simples Nacional não vai acabar.

O Simples Nacional não vai f**ar mais caro do dia para a noite.

O Simples Nacional não é mais, sozinho, garantia de que você está pagando menos.
O que muda é o jogo por trás da nota fiscal.
No novo sistema da Reforma Tributária, quando uma empresa compra de outra, ela ganha um crédito de imposto sobre essa compra. Esse crédito abate o que ela vai pagar depois. Quanto mais crédito o fornecedor passa, mais barato f**a para o cliente.

E aqui está o ponto que pouca gente comentou:
quem está no Simples gera menos crédito do que quem está em outro regime.
Na prática, a partir de 2027, comprar de um fornecedor do Simples pode sair mais caro para o cliente do que comprar de um concorrente fora do Simples.
Quando o cliente é empresa grande, ele faz essa conta.
E escolhe quem dá mais crédito.

Isso pesa para quem vende para outro CNPJ:
- Distribuidora
- Indústria
- Fornecedor de peças
- Material de construção que abastece construtora
- Atacado e revenda

E quase não pesa para quem vende direto ao consumidor final:
- Bar e restaurante
- Farmácia de balcão
- Comércio de varejo

O erro mais comum vai ser este:
“Se o Simples sempre foi bom pra mim, vai continuar sendo.”

A pergunta certa deixou de ser:
“Quanto eu pago de imposto?”

E passou a ser:
“O meu regime ainda me deixa competitivo na hora de fechar negócio?”

Atenção a um detalhe: parte dessas regras ainda está em regulamentação, e os prazos podem mudar ao longo da transição até 2033.
Por isso a saída não é trocar de regime no susto.

A saída é abrir os números da empresa e simular os dois cenários antes de decidir, porque sair do Simples sem conta feita pode custar mais caro do que f**ar.

Há mais de 30 anos a Exata faz esse tipo de análise. Se a sua contabilidade ainda não trouxe esse assunto para a mesa, talvez seja hora de uma segunda opinião.

📍 Venâncio Aires | Vera Cruz | Lajeado

16/06/2026

R$ 435 mil que ninguém tinha visto.

Esse número é real. É de um cliente.

E é a soma de dois problemas que existiam dentro da mesma empresa.

O primeiro era do passado: imposto pago a mais em períodos anteriores. Era dinheiro que já tinha saído do caixa e que ninguém imaginava que tinha sido dado ao governo.

O segundo era do presente: um regime tributário que não fazia mais sentido para o perfil e o faturamento da empresa.

Nenhum dos dois aparece no extrato bancário. Nenhum gera multa. Nenhum acende um alerta. É exatamente por isso que passam anos sem que ninguém olhe para isso.

Planejamento tributário não é revisão de imposto atrasado. É análise contínua do que faz sentido para o momento atual da empresa, porque o que era correto no ano de abertura pode estar custando caro hoje.

Se você nunca recebeu esse estudo da sua contabilidade, comente “ESTUDO” que te mandaremos uma mensagem.

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