07/17/2026
Você prefere ter razão ou ser feliz? Na última sexta-feira, em Bonito (MS), eu assisti a uma cena que me fez refletir profundamente sobre essa pergunta. O grande ator Paulo Betti subiu ao palco para apresentar o seu monólogo. No meio da apresentação, o microfone parou de funcionar.Em vez de pausar, ele tomou uma decisão: continuar o show no gogó, sem equipamento. O resultado? O som não chegava ao público. Ninguém conseguia ouvir nada. Diante da frustração, ele começou a brigar e a reclamar com o técnico de som. Mas, no fim das contas, a discussão não resolveu o problema e nós, na plateia, não conseguimos assistir ao espetáculo. Essa cena me deu um chacoalhão e deu início a uma nova série de posts por aqui: O que eu aprendi com os famosos. A atitude do Paulo Betti me ensinou muito sobre resiliência e, acima de tudo, sobre o perigo do ego. Quando as coisas dão errado, o nosso primeiro instinto é lutar para provar que estamos certos. Queremos apontar o culpado, gritar a nossa razão e exigir que o mundo funcione do nosso jeito. Mas esquecemos de nos perguntar: vale a pena gastar energia brigando com as pessoas certas pela coisa errada? Resiliência não é sobre insistir em um erro gritando mais alto. Resiliência é ter a nossa missão de vida tão clara que o ego aceita ficar em segundo lugar. É entender que, às vezes, a vida vai nos deixar sem microfone. E, nesses momentos, em vez de brigar com o técnico de som, o melhor a fazer é respirar fundo, recalcular a rota e proteger a nossa paz. Ter razão alimenta o ego por cinco minutos. Escolher a felicidade e a sabedoria alimenta a nossa alma para sempre. Na sua vida hoje, você tem gastado energia tentando provar que está certo ou tentando ser feliz? Deixe seu comentário aqui embaixo.