Youseph & Daniel Inc

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09/21/2025

COMEÇA AMANHÃ!
Anuncie em tua igreja, compartilhe com todos os teus contatos!
APELO URGENTE DE 21 DIAS DE JEJUM E ORAÇÃO
PERÍODO
• Datas: de 22 de setembro a 12 de outubro de 2025
• Tipo de jejum: escolha em oração — apenas água, parcial (“de Daniel”), uma refeição por dia ou abstinência de alimentos/atividades específicas.

A HORA É AGORA — A NECESSIDADE É GRANDE E URGENTE

Pelo Brasil
• Libertação e transformação moral e espiritual da nação.
• Derrota dos principados que dominam sobre o país.
• Unidade do povo de Deus em intercessão.
• Governo, líderes e autoridades que pratiquem justiça.
• Avivamento da Igreja, voltando plenamente à mensagem da cruz e ao Evangelho do Reino.
• Reforma moral, social, cultural e espiritual, com libertação da idolatria, feitiçaria, corrupção, violência e injustiça.

Pelos Estados Unidos
• Pela nação americana, em meio às crises políticas, sociais e espirituais.
• Pela Igreja nos EUA, para despertar em santidade, missão e fidelidade à Palavra.
• Por uma reforma espiritual e moral que restaure o temor do Senhor.
• Pelo governo, judiciário, forças de segurança, Congresso e instituições, para que prevaleçam a justiça, a compaixão e a verdade.
• Pelo avivamento em universidades, escolas e famílias, que influenciam o mundo inteiro.
• Pela aprovação de uma Reforma Imigratória justa e compassiva, que traga esperança e dignidade a milhões de imigrantes.

Pelos Brasileiros e Imigrantes
• Pelos brasileiros que vivem nos EUA e em outras nações, muitos em vulnerabilidade.
• Pela regularização migratória dos que aguardam justiça e estabilidade.
• Pelo fortalecimento das famílias imigrantes, para que permaneçam firmes em Cristo.
• Pela proteção da nova geração contra vícios, violência e perda de identidade.
• Pela Igreja entre os imigrantes, para que seja viva, unida e missionária.

Pelo Avanço do Reino de Deus
• Pelo avivamento e reforma no Brasil e nos EUA, como testemunho vivo do poder de Deus.
• Pela reforma espiritual e moral em ambos os países, quebrando estruturas de corrupção, feitiçaria, idolatria e injustiça.
• Pela manifestação do Reino em todas as áreas da sociedade: governo, economia, educação, mídia, cultura, artes e família.
• Pela unidade entre pastores, igrejas e movimentos, levantando um só clamor como Corpo de Cristo.
• Pela salvação e libertação de multidões, e pelo envio de missionários do Brasil e dos EUA às nações.

“Tocai a trombeta… proclamai um santo jejum; convocai uma assembleia solene.” (Joel 2:15–17)

PROPÓSITO
Humilhar-nos diante do Senhor, buscando misericórdia, purificação e direção para nossas famílias, nossas cidades, o Brasil, os Estados Unidos e as nações. (2 Cr 7:14; Is 58; Dn 9; At 13:2–3)

“Eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do testemunho que deram; diante da morte, não amaram a própria vida.”
Apocalipse 12:11

Porque o Reino é do Senhor!

Josimar Salum com os pastores Constantino Pereira, Elias Monteiro, Marcos Nogueira, Lafaiete Brito e dezenas de oradores em todos os Estados Unidos!

IMIGRANTES INDOCUMENTADOS, CARTEIRAS DE MOTORISTA E O OLHAR DO ICE NAS ESTRADAS DE MASSACHUSETTSJosimar Salum21/9/25 Des...
09/21/2025

IMIGRANTES INDOCUMENTADOS, CARTEIRAS DE MOTORISTA E O OLHAR DO ICE NAS ESTRADAS DE MASSACHUSETTS
Josimar Salum
21/9/25
Desde julho de 2023, Massachusetts passou a permitir que imigrantes indocumentados obtenham carteiras de motorista por meio da Work and Family Mobility Act (WFMA). A medida, aprovada após referendo, foi celebrada como um avanço para a segurança pública, pois garante que todos os motoristas, independentemente do status migratório, passem por exames, adquiram seguro e tenham seus dados no sistema do Registry of Motor Vehicles (RMV).

Oficialmente, o estado afirma que essas carteiras são idênticas às emitidas a cidadãos e residentes permanentes. Mas, na prática, há um detalhe crucial: o número da licença, impresso na própria face da carteira, segue um padrão distinto para quem não comprovou status migratório. Para o público geral essa diferença passa despercebida, mas para autoridades que conhecem o sistema do RMV, ela é suficiente para distinguir portadores documentados de indocumentados.

O ICE (Immigration and Customs Enforcement) não realiza blitz de trânsito em Massachusetts, nem monitora todos os veículos em movimento. Mas pode identificar imigrantes indocumentados de forma indireta: cada veículo registrado no RMV está vinculado a uma carteira de motorista, e pelo número da placa acessa-se o registro do proprietário. O número da carteira, que já indica a categoria, permite ao sistema saber se ela foi emitida sob a WFMA (sem comprovação de status migratório). Assim, sem necessidade de abordagem direta, o ICE pode selecionar motoristas indocumentados apenas pelo cruzamento entre placa e número de habilitação.

O risco maior surge quando um motorista indocumentado comete uma infração visível, como dirigir muito acima do limite de velocidade. Nesses casos, a polícia ou mesmo o ICE acessa os dados do RMV e identifica imediatamente o número da carteira. Esse detalhe, aparentemente administrativo, pode ser suficiente para expor o condutor como indocumentado. Assim, uma infração de trânsito comum pode se transformar em uma porta de entrada para problemas migratórios sérios.

Isso não significa que exista uma estratégia oficial do estado para expor imigrantes, mas sim uma consequência administrativa: o RMV diferencia numericamente os tipos de carteira, e qualquer autoridade que acesse esses dados consegue rastrear indocumentados. O paradoxo é evidente: a lei WFMA prometia igualdade, mas ao manter padrões numéricos diferenciados impressos no documento, criou-se um mecanismo indireto de rastreamento que pode ser usado pelo ICE.

No caso de quem é portador do ITIN (Individual Taxpayer Identification Number) de pessoas que não têm direito a um Social Security Number, mas precisam declarar impostos. A lei federal (Internal Revenue Code, seção 6103) proíbe o IRS de compartilhar dados fiscais nem mesmo com o ICE. Somente em situações pontuais, legais e restritas em que a informação pode ser liberada, tais como:

• quando há uma investigação criminal formal envolvendo o contribuinte, por exemplo em casos de fraude fiscal, lavagem de dinheiro, terrorismo ou conspiração;

• quando existe uma ordem judicial específica determinando que o IRS forneça informações em um processo criminal ou civil determinado;

• quando outra agência federal autorizada por lei, como o Departamento de Justiça (DOJ), solicita dados diretamente em conexão com uma investigação legalmente constituída.

No trânsito, uma simples infração — como dirigir em excesso de velocidade — pode levar à identificação rápida de um motorista indocumentado, já que o número da carteira vinculado à placa revela sua categoria nos registros do RMV. Já no campo fiscal o risco não é imediato nem automático: os dados ligados ao ITIN só podem ser acessados em situações pontuais, legais e restritas, como investigações criminais ou ordens judiciais.

Imagem gerada por IA

O QUE ESTÁ DENTRO DO BIG, BEAUTIFUL BILL. - Projeto de Lei do Presidente Donald Trump Josimar Salum3 de julho de 2025O c...
07/03/2025

O QUE ESTÁ DENTRO DO BIG, BEAUTIFUL BILL. - Projeto de Lei do Presidente Donald Trump
Josimar Salum
3 de julho de 2025
O chamado “Big, Beautiful Bill” do presidente Donald J. Trump, aprovado hoje pelo Congresso, propõe mudanças amplas em impostos e orçamento, afetando milhões de americanos. Veja um resumo conciso de seus principais pontos:

Principais destaques

• Deduções para horas extras e gorjetas, isentas de imposto de renda

• Crédito tributário infantil
aumentado para US$ 2.200 por criança

• Dedução padrão permanentemente ampliada

• Dedução tributária para idosos elevada para US$ 6.000 até 2028

• Requisito de trabalho no SNAP (vale-alimentação) estendido até 64 anos

• Dedução SALT (Impostos Estaduais e Locais) elevada para US$ 40.000 para casais com renda de até US$ 500.000

• US$ 737 bilhões em deduções para empresas e negócios, além de alívio para o imposto sobre heranças

• Créditos maiores para cuidados infantis e licença familiar remunerada

• Dedução de juros de financiamento automotivo de até US$ 10.000 ao ano para veículos produzidos nos EUA

• Ampliação da isenção de renda do Seguro Social para idosos

• Aumento do teto da dívida em US$ 5 trilhões

• Redução de incentivos à energia verde, incluindo cortes em créditos para solar, eólica, veículos elétricos e infraestrutura

• US$ 175 bilhões para segurança de fronteira e US$ 150 bilhões para equipamentos de defesa

• US$ 25 bilhões para hospitais rurais e ajustes regionais no SNAP

• Reduções no SNAP estimadas em aproximadamente US$ 186 bilhões

Corte no Medicaid: US$ 930 bilhões

O corte de US$ 930 bilhões ao longo de dez anos pode ter impactos significativos:

• Regras de elegibilidade mais rígidas e menos beneficiários

• Redução de serviços como medicamentos, saúde mental e prevenção

• Maior pressão sobre hospitais, especialmente rurais, com risco de fechamento de clínicas

• Mais pessoas sem cobertura, pois não conseguiriam pagar outro plano

• Estados podendo cortar outros serviços ou buscar novas fontes de recursos

Em resumo, o programa ficaria mais restrito, pressionando orçamentos estaduais, hospitais e famílias de baixa renda.

Resumo dos impactos

• Cortes de gastos: Medicaid, SNAP, empréstimos estudantis, energia verde

• Aumento de gastos: defesa e segurança de fronteira

• Déficit: aumento projetado de US$ 3–4 trilhões em dez anos

Medidas permanentes de alívio fiscal

• Alíquotas e faixas de imposto de renda mantidas indefinidamente

• Dedução padrão dobrada permanentemente

• Crédito tributário infantil fixado em US$ 2.200

• Limite da dedução SALT em US$ 40.000 para casais com renda até US$ 500.000

• Isenção fiscal para gorjetas e horas extras

• Dedução anual de US$ 6.000 para idosos mantida, com limitações

• Deduções permanentes para pequenos negócios, incluindo depreciação de equipamentos e investimentos em P&D

Medidas temporárias (até 2028)

• Dedução de juros de financiamento automotivo até US$ 10.000 por ano

• Limite de dedução para gorjetas e horas extras de até US$ 25.000 ao ano

Por que isso importa

O projeto busca garantir alívio fiscal permanente, aliviando a carga para trabalhadores de baixa e média renda e reduzindo subsídios à energia verde.

Por outro lado, amplia fortemente os gastos com defesa e segurança de fronteira, o que, somado às reduções de impostos, deve elevar o déficit em até US$ 4 trilhões na próxima década, segundo estimativas condicionadas ao desempenho do crescimento econômico.

Debate sobre crescimento e déficit

Apoiadores afirmam que o projeto:

• colocará mais dinheiro na economia, estimulando consumo e investimento

• incentivará contratações e produtividade

• aumentará a renda de famílias de baixa e média renda

Este raciocínio se baseia no dynamic scoring, ideia de que o crescimento pode compensar parte da perda de arrecadação.

Críticos alertam que cortes de impostos anteriores (Reagan, Bush, Trump) também geraram crescimento, mas não eliminaram os déficits, e que o Escritório Orçamentário do Congresso projeta expansão do déficit mesmo com crescimento. Somando maiores gastos militares e cortes em programas sociais, o desequilíbrio fiscal poderia aumentar ainda mais.

Conclusão

Embora impostos mais baixos tendam a estimular o crescimento econômico, manter o equilíbrio fiscal exigirá disciplina nos gastos e crescimento robusto — algo que nem sempre ocorreu em experiências anteriores. Como o projeto ainda não está em vigor por completo, todas as previsões se baseiam em modelos e não em dados efetivamente medidos.

Ainda assim, apoiadores acreditam que a combinação de alívio tributário, estímulo ao crescimento e desburocratização atenderá às promessas de campanha do presidente Trump, promovendo empregos, fortalecendo os trabalhadores americanos e impulsionando a economia nacional.

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www.yousephdaniel.com

O DEBATE SOBRE O SNAP E O PACOTE DE CORTE DE IMPOSTOS DE TRUMP: ENFRENTANDO A VERDADE SOBRE DEPENDÊNCIA E DIGNIDADE (734...
07/03/2025

O DEBATE SOBRE O SNAP E O PACOTE DE CORTE DE IMPOSTOS DE TRUMP: ENFRENTANDO A VERDADE SOBRE DEPENDÊNCIA E DIGNIDADE (734)
Josimar Salum
3 de julho de 2025
No debate atual em torno do chamado “One Big Beautiful Bill”, também conhecido como o pacote de corte de impostos de Trump, um dos pontos mais controversos é a redução dos benefícios do Supplemental Nutrition Assistance Program (SNAP), popularmente conhecido como vale-alimentação (food stamps). Enquanto alguns consideram esses cortes cruéis, eu acredito que já estão mais do que atrasados e são fundamentalmente necessários para enfrentar uma cultura de dependência que está paralisando a sociedade americana.

Sejamos honestos: o estado de bem-estar social dos Estados Unidos foi muito além do seu propósito original de proteger os verdadeiramente necessitados — os idosos, os deficientes e as crianças — e se transformou em um sistema de assistência permanente para milhões de adultos saudáveis em idade produtiva. Isso não é compaixão. Isso é uma forma de escravidão.

Estamos testemunhando uma sociedade onde muitas pessoas dependem de benefícios públicos não porque estão realmente incapacitadas, mas porque é mais conveniente e menos arriscado do que buscar a autossuficiência. Essa cultura de dependência vem sendo reforçada há décadas por políticos que argumentam que qualquer redução nos benefícios causará “danos desnecessários”, mesmo para aqueles que são física e mentalmente capazes de trabalhar.

Contudo, a realidade é que o dano não vem de encorajar o trabalho — o dano vem de acorrentar as pessoas a um cheque de assistência, matando sua iniciativa e roubando-lhes a dignidade.

A Mão de Obra Ilegal: Um Contraste Revelador

Aqui vai uma dura verdade que poucos querem dizer em voz alta: milhões de imigrantes indocumentados conseguem trabalho neste país, muitas vezes nos empregos mais difíceis, pesados, mal pagos e menos protegidos que se possa imaginar. Eles colhem plantações, limpam prédios, abatem animais, fazem telhados, esfregam pisos — sem rede de proteção, sem assistência pública, e muitas vezes sob o medo constante de deportação.

Ainda assim, eles conseguem. Encontram trabalho. Sobrevivem.

Enquanto isso, milhões de cidadãos americanos adultos e saudáveis no SNAP, com muito mais proteções, muito mais opções e muito mais direitos legais, não conseguem. Permanecem no programa ano após ano, citando obstáculos que, embora reais em alguns casos, não são intransponíveis.

Por quê? Porque é mais fácil depender do SNAP do que arriscar-se e sair dessa zona de conforto.

Se imigrantes indocumentados conseguem trabalho — apesar das barreiras de idioma, do status legal, da ausência de benefícios e do medo constante — por que um adulto americano saudável não conseguiria o mesmo?

A resposta não está apenas na falta de oportunidade. Está na falta de vontade, moldada por um sistema que recompensa a passividade e pune a iniciativa por meio de “benefit cliffs” (perda abrupta de benefícios ao ganhar um pouco mais), burocracias intermináveis e discursos políticos que justificam a ociosidade como “proteção”.

O Estado de Bem-Estar Quebrado

A rede de proteção social americana nunca foi pensada para ser um estilo de vida. Ela foi criada como uma ponte, uma mão estendida, um degrau. Contudo, para milhões de adultos saudáveis e sem filhos, virou um alicerce permanente, retirando-lhes a motivação e o orgulho.

Sim, alguns realmente não podem trabalhar devido a graves deficiências físicas ou mentais. Eles merecem ajuda. Assim como os idosos e as crianças pequenas. Mas o argumento esmagador usado por políticos para proteger o SNAP em sua forma inchada atual é ideológico: eles veem um estado de bem-estar social grande como uma obrigação moral do governo.

Mas um estado de bem-estar não liberta as pessoas. Ele as escraviza. Torna-as permanentemente dependentes do governo. Rouba-lhes a dignidade pessoal, enfraquece as famílias e incentiva ciclos de pobreza de geração em geração.

Em contraste, o trabalho constrói orgulho. Mesmo o trabalho duro e mal remunerado, como o que os imigrantes indocumentados realizam todos os dias, desenvolve resiliência, habilidades, redes de relacionamento e autoestima. O trabalho ensina responsabilidade, disciplina e iniciativa. A assistência pública, quando se torna permanente, mata essas virtudes.

O Pacote de Corte de Impostos de Trump e a Reforma do SNAP

As propostas do pacote de corte de impostos de Trump para endurecer a elegibilidade do SNAP e aumentar as exigências de trabalho estão sendo atacadas como cruéis. Na verdade, são um alerta. Traçam uma linha clara:

• proteger aqueles que realmente não podem trabalhar

• incentivar aqueles que podem trabalhar a realmente fazê-lo

O projeto visa garantir que adultos saudáveis trabalhem 30 horas por semana para manter os benefícios. Críticos chamam isso de prejudicial. Eu chamo de libertador. Vai desafiar as pessoas a fazer exatamente o que os imigrantes indocumentados são obrigados a fazer — pegar qualquer trabalho disponível, mesmo que seja duro, inconveniente ou desagradável. É assim que as pessoas se levantam, passo a passo, da pobreza.

Sim, algumas pessoas terão dificuldades com cuidados infantis ou transporte. Mas esses não são obstáculos intransponíveis. Milhões de imigrantes provam todos os dias que onde há vontade, há um caminho. A diferença é que eles não têm plano B — não têm SNAP, não têm respaldo. Esse desespero vira motivação.

Restaurando a Dignidade por Meio do Trabalho

O trabalho é dignidade. O trabalho é crescimento. O trabalho é liberdade.

Um sistema que protege indefinidamente adultos saudáveis do trabalho não os protege — os destrói. Tira sua capacidade de ficar de pé, de lutar, de conquistar, de falhar e tentar de novo. É por isso que o estado de bem-estar, como está estruturado hoje, é um sistema quebrado. Ele não levanta as pessoas; ele as acorrenta.

As reformas do SNAP no pacote de corte de impostos de Trump não resolverão todos os problemas, mas são um começo crucial. Mandam uma mensagem: o governo ajudará aqueles que não podem ajudar a si mesmos, mas não carregará indefinidamente aqueles que não querem se ajudar.

Isso não é crueldade. Isso é justiça — e restauração da dignidade humana.

Se a América quiser permanecer forte, precisa quebrar essas correntes de dependência e confiar no seu povo — todo o seu povo — para trabalhar, lutar, prosperar e ficar de pé por conta própria, como todo ser humano livre deve fazer.

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1347708960693282&id=100063625720676

THE SNAP DEBATE AND THE TRUMP TAX CUT BILL: FACING THE TRUTH ABOUT DEPENDENCY AND DIGNITY
Josimar Salum
July 3, 2025
In the current debate by surrounding the so-called “One Big Beautiful Bill,” also known as the Trump tax cut bill, one of the most controversial features is the reduction of Supplemental Nutrition Assistance Program (SNAP) benefits, commonly known as food stamps. While some see these cuts as heartless, I believe they are long overdue and fundamentally necessary to confront a culture of dependency that is crippling American society.

Let’s be honest: America’s welfare state has moved far beyond its original purpose of protecting the truly needy — the elderly, the disabled, and children — and has become a system of permanent assistance for millions of able-bodied, working-age adults. That is not compassion. That is a form of bo***ge.

We are witnessing a society where too many people rely on public benefits not because they are truly incapacitated, but because it is more convenient and less risky than striving for self-sufficiency. This dependency culture has been reinforced for decades by politicians who argue that any reduction in benefits will cause “unnecessary harm,” even for those who are physically and mentally capable of working.

Yet, the reality is that harm does not come from encouraging work — it comes from chaining people to a welfare check, killing their initiative, and robbing them of dignity.

*The Illegal Workforce: A Revealing Contrast*

Here is a hard truth no one wants to say out loud: millions of undocumented immigrants manage to find work in this country, often in the toughest, most grueling, lowest-paying, and least-protected jobs imaginable. They pick crops, clean buildings, slaughter animals, lay roofs, and scrub floors — with no safety net, no public assistance, and often under the constant fear of deportation.

Yet they do it. They find work. They survive.

Meanwhile, millions of able-bodied American citizens on SNAP, with far more protections, far more options, and far more legal rights, do not. They stay on the program year after year, citing barriers that, while real in some cases, are not insurmountable.

Why? Because it is easier to depend on SNAP than to step out and take a risk.

If undocumented immigrants can find a job — despite language barriers, legal status issues, zero benefits, and constant fear — why can’t an able-bodied American adult do the same?

The answer is not a lack of opportunity alone. It is a lack of willingness, shaped by a system that rewards passivity and punishes initiative through benefit cliffs, endless red tape, and political rhetoric that excuses idleness as “protection.”

*The Broken Welfare State*

America’s welfare safety net was never meant to become a lifestyle. It was intended as a bridge, a helping hand, a stepping stone. Yet for millions of able-bodied, childless adults, it has turned into a permanent foundation, stripping them of motivation and pride.

Yes, some truly cannot work due to serious physical or mental disabilities. They deserve help. So do the elderly and young children. But the overwhelming argument used by politicians to protect SNAP in its current bloated form is ideological: they see a large welfare state as a moral obligation of government.

But a welfare state does not free people. It enslaves them. It makes them permanently dependent on government. It removes personal dignity, weakens families, and encourages generational cycles of poverty.

In contrast, work builds pride. Even hard, low-wage work, the kind undocumented immigrants do every day, fosters resilience, skills, networks, and self-worth. Work teaches responsibility, discipline, and initiative. Public assistance, when it becomes permanent, kills those virtues.

*The Trump Tax Cut Bill and SNAP Reform*

The Trump tax cut bill’s proposals to tighten SNAP eligibility and raise work requirements are being attacked as cruel. In truth, they are a wake-up call. They draw a clear line:

• protect those who genuinely cannot work

• push those who can work to actually do so

The bill aims to ensure able-bodied adults work 30 hours per week to keep benefits. Critics call this harmful. I call it liberating. It will challenge people to do exactly what undocumented immigrants are forced to do — take whatever work is available, even if it is tough, inconvenient, or unpleasant. That is how people rise, step by step, out of poverty.

Yes, some people will struggle with childcare or transportation. But these are not immovable obstacles. Millions of immigrants prove every day that where there is a will, there is a way. The difference is they have no backup plan — no SNAP, no fallback. That desperation becomes motivation.

*Restoring Dignity Through Work*

Work is dignity. Work is growth. Work is freedom.

A system that cushions able-bodied adults indefinitely from work does not protect them — it destroys them. It removes their ability to stand tall, to struggle, to achieve, to fail and try again. That is why the welfare state, as currently built, is a broken system. It does not lift people up; it chains them down.

The Trump tax cut bill’s SNAP reforms will not solve every problem, but they are a crucial start. They send a message: government will help those who cannot help themselves, but it will no longer endlessly carry those who will not help themselves.

That is not cruelty. That is justice — and a restoration of human dignity.

If America is to remain strong, it must break these chains of dependency and trust its people — all of its people — to work, to struggle, to succeed, and to stand on their own feet, as every free person should.

THE SNAP DEBATE AND THE TRUMP TAX CUT BILL: FACING THE TRUTH ABOUT DEPENDENCY AND DIGNITYJosimar Salum July 3, 2025 In t...
07/03/2025

THE SNAP DEBATE AND THE TRUMP TAX CUT BILL: FACING THE TRUTH ABOUT DEPENDENCY AND DIGNITY
Josimar Salum
July 3, 2025
In the current debate by surrounding the so-called “One Big Beautiful Bill,” also known as the Trump tax cut bill, one of the most controversial features is the reduction of Supplemental Nutrition Assistance Program (SNAP) benefits, commonly known as food stamps. While some see these cuts as heartless, I believe they are long overdue and fundamentally necessary to confront a culture of dependency that is crippling American society.

Let’s be honest: America’s welfare state has moved far beyond its original purpose of protecting the truly needy — the elderly, the disabled, and children — and has become a system of permanent assistance for millions of able-bodied, working-age adults. That is not compassion. That is a form of bo***ge.

We are witnessing a society where too many people rely on public benefits not because they are truly incapacitated, but because it is more convenient and less risky than striving for self-sufficiency. This dependency culture has been reinforced for decades by politicians who argue that any reduction in benefits will cause “unnecessary harm,” even for those who are physically and mentally capable of working.

Yet, the reality is that harm does not come from encouraging work — it comes from chaining people to a welfare check, killing their initiative, and robbing them of dignity.

*The Illegal Workforce: A Revealing Contrast*

Here is a hard truth no one wants to say out loud: millions of undocumented immigrants manage to find work in this country, often in the toughest, most grueling, lowest-paying, and least-protected jobs imaginable. They pick crops, clean buildings, slaughter animals, lay roofs, and scrub floors — with no safety net, no public assistance, and often under the constant fear of deportation.

Yet they do it. They find work. They survive.

Meanwhile, millions of able-bodied American citizens on SNAP, with far more protections, far more options, and far more legal rights, do not. They stay on the program year after year, citing barriers that, while real in some cases, are not insurmountable.

Why? Because it is easier to depend on SNAP than to step out and take a risk.

If undocumented immigrants can find a job — despite language barriers, legal status issues, zero benefits, and constant fear — why can’t an able-bodied American adult do the same?

The answer is not a lack of opportunity alone. It is a lack of willingness, shaped by a system that rewards passivity and punishes initiative through benefit cliffs, endless red tape, and political rhetoric that excuses idleness as “protection.”

*The Broken Welfare State*

America’s welfare safety net was never meant to become a lifestyle. It was intended as a bridge, a helping hand, a stepping stone. Yet for millions of able-bodied, childless adults, it has turned into a permanent foundation, stripping them of motivation and pride.

Yes, some truly cannot work due to serious physical or mental disabilities. They deserve help. So do the elderly and young children. But the overwhelming argument used by politicians to protect SNAP in its current bloated form is ideological: they see a large welfare state as a moral obligation of government.

But a welfare state does not free people. It enslaves them. It makes them permanently dependent on government. It removes personal dignity, weakens families, and encourages generational cycles of poverty.

In contrast, work builds pride. Even hard, low-wage work, the kind undocumented immigrants do every day, fosters resilience, skills, networks, and self-worth. Work teaches responsibility, discipline, and initiative. Public assistance, when it becomes permanent, kills those virtues.

*The Trump Tax Cut Bill and SNAP Reform*

The Trump tax cut bill’s proposals to tighten SNAP eligibility and raise work requirements are being attacked as cruel. In truth, they are a wake-up call. They draw a clear line:

• protect those who genuinely cannot work

• push those who can work to actually do so

The bill aims to ensure able-bodied adults work 30 hours per week to keep benefits. Critics call this harmful. I call it liberating. It will challenge people to do exactly what undocumented immigrants are forced to do — take whatever work is available, even if it is tough, inconvenient, or unpleasant. That is how people rise, step by step, out of poverty.

Yes, some people will struggle with childcare or transportation. But these are not immovable obstacles. Millions of immigrants prove every day that where there is a will, there is a way. The difference is they have no backup plan — no SNAP, no fallback. That desperation becomes motivation.

*Restoring Dignity Through Work*

Work is dignity. Work is growth. Work is freedom.

A system that cushions able-bodied adults indefinitely from work does not protect them — it destroys them. It removes their ability to stand tall, to struggle, to achieve, to fail and try again. That is why the welfare state, as currently built, is a broken system. It does not lift people up; it chains them down.

The Trump tax cut bill’s SNAP reforms will not solve every problem, but they are a crucial start. They send a message: government will help those who cannot help themselves, but it will no longer endlessly carry those who will not help themselves.

That is not cruelty. That is justice — and a restoration of human dignity.

If America is to remain strong, it must break these chains of dependency and trust its people — all of its people — to work, to struggle, to succeed, and to stand on their own feet, as every free person should.

*COMUNICADO AOS IMIGRANTES NOS ESTADOS UNIDOS**Amigo(a),*Desde a posse do presidente Trump, avolumaram muitos debates so...
04/11/2025

*COMUNICADO AOS IMIGRANTES NOS ESTADOS UNIDOS*

*Amigo(a),*

Desde a posse do presidente Trump, avolumaram muitos debates sobre imigração nos Estados Unidos.

É importante lembrar que qualquer pessoa sem status migratório regular pode, em qualquer tempo, ser deportada. No entanto, até o momento, com raríssimas exceções, as deportações têm se concentrado em pessoas com antecedentes criminais, ordens finais de deportação já emitidas, ou envolvidas com dr**as, gangues, violência, atos antissemitas ou terrorismo.

O acordo assinado pelo Secretário do Tesouro, Scott Bessent, e pela Secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, *SOMENTE* permite que o ICE acesse determinadas informações fiscais, como endereços, *APENAS DE PESSOAS COM ORDENS FINAIS DE DEPORTAÇÃO.*

Mesmo com esse acesso sendo restrito, o acordo gerou preocupações entre especialistas e defensores da privacidade, que alertam para o risco de enfraquecimento das proteções de sigilo fiscal e possível desestímulo à regularização fiscal entre imigrantes. Ou seja, sigilo fiscal e bancário, inclusive, são garantias constitucionais.

Também é importante destacar que *É LEGAL NOS ESTADOS UNIDOS* que imigrantes indocumentados que trabalham e recebem renda solicitem o número ITIN (Individual Taxpayer Identification Number).

Com o ITIN, é possível declarar imposto de renda, abrir empresa ou corporação, admitir empregados americanos inclusive, e manter obrigações fiscais em dia.

*Trabalhar e receber renda nos EUA sem declarar imposto é violação da lei federal configura crime, especialmente se for uma omissão intencional.* E mesmo sem acusação criminal, podem ser aplicadas penalidades civis, cobrança de juros e medidas como penhoras e retenções.

*Fique atento: cumprir suas obrigações fiscais é essencial — mesmo sem status migratório legal.*

Josimar Salum
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